terça-feira, 13 de outubro de 2015
MOSTEIRO DO MNTE RURUPI
Desde há já quinze anos, a Associação da Pequena Família da Ressurreirão, de vida monástica, fundada na Diocese de Cesena (Itália), fundou a Comunidade do Monte Rurupi, a uns 18 quilómetros da cidade do Alto Molócuè, na nossa Diocese.
A comunidade está formada pelo Pe. Andrea Fantini e o Irmão Tomasso. Actualmente tem um candidato, o jovem Jaime e um simpatizante de Quelimane.
A obra de construção do mosteiro, uma obra única em arquitetura para o nosso ambiente, está muito adiantada. Toda a construção está a ser feita com pedra talhada nas montanhas.
O Padre Andrea e o Irmão Tomasso dedicam-se exclusivamente a uma vida de oração e trabalho. Os salmos são a sua principal ferramenta diária. Também tem frequentes jejuns segundo a pratica das antigas tradições cristãs do Oriente.
D. Francisco Lerma, Bispo da Diocese, nos dias 3 e 4 do corrente mês de Outubro, visitou recentemente o Monastério, juntamente com o Vigário Geral da Diocese, o Pe. Francisco Cunlela.
O Bispo partilhou a vida de oração com a comunidade, presidindo às Vésperas Solenes do Sábado dia 3 de Outubro. E no Domingo, 4 de Otubro, festividade de S. Francisco de Assis, rezou as Laudes e Oficio das Leituras e presidiu à Eucaristia Dominical.
terça-feira, 6 de outubro de 2015
PROFISSÃO RELIGIOSA DAS JOVENS FÁTIMA E AMÉLIA
PROFISSÃO RELIGIOSA DAS IRMÃS MARIA FÁTIMA VILANKULOS E
MARIA AMÉLIA FLORÊNCIO
| D. Francisco apresenta as novas Professas, Ir. Mª Fátima e Ir. Mª Amélia |
No dia 3 de Outubro do corrente ano, na Paróquia de N. S.
Rainha do Mundo, na localidade de Malua
– Vila do Milénio, no Distrito de Alto Molócuè, pelas 9.00h, D. Francisco
Lerma, Bispo da Diocese, presidiu a solene Celebração Eucarística, durante a
qual as Irmãs Maria Fátima Vilankulos e Maria Amélia Florêncio, fizeram a sua
1ª Profissão Religiosa na Congregação das Irmãs Servas de Santa Maria do Cenáculo.
| As candidatas dirigem-se ao altar, acompanhadas pelos seus pais. |
As Irmãs são naturais da Província de Gaza.
| A Ir. Alda Macuacua, Superiora Geral e Fundadora da Congregação recebe os votos das professandas. |
sexta-feira, 2 de outubro de 2015
INSTANTANEAS DA ORDENAÇÃO SACERDOTAL DE XAVIER E DE CARLOS
| A Imposição das mãos do Bispo sobre Xavier |
| A Imposição das mãos do Bispo sobre Carlos |
| D. Francisco apresenta à assembleia os novos sacerdotes |
| A assembleia cantou e dançou com entusiasmo e alegria |
| Depois foi o convívio: o "corte do bolo" e o brindes |
| A foto oficial dos novos sacerdotes: Pe. Carlos e Pe. Xavier com D. Francisco |
3º DIA DA VII ASSEMBLEIA DIOCESANA DE PASTORAL
ACTA Nº 3 DA VII ASSEMBLEIA DIOCESANA PASTORAL
Na manhã do dia 30-09-2015, último dia de nossa Assembleia,
rezamos as Laudes, fazendo memória de São Jerónimo.
Às 8h30 reunimo-nos e ouvimos a leitura da acta.
Em seguida, continuamos a reflexão
sobre a família, onde recebemos um novo questionário com as seguintes
perguntas:
1 - Frente aos casos que consideramos
irregulares, quais as atitudes que a comunidade deve ter à luz do evangelho?
2: Aponte os
casos mais pertinentes sobre este assunto e mostre soluções.
As respostas da
reflexão dos grupos:
1 – Procurar
aproximar, acolher, atitudes de
misericórdia, fraternidade, evitar julgamentos e decisões imediatas, não
excluir, oferecer serviços na comunidade adequados a sua situação; os padres e
as irmãs não deixem a responsabilidade só para os animadores; ultrapassar o
medo; analisar caso a caso com prudência e paciência; ir ao encontro das
famílias; evitar murmurações; admoestações para que se convertam e voltem aos
sacramentos; ter atitudes de Jesus; dialogo, caridade pastoral.
2- Os casos mais pertinentes são a Poligamia, aborto, divórcio, infidelidades, violência
doméstica,
gravidez precoce, drogas, pobreza, feitiçaria, alcoolismo, venda dos
sacramentos, casais de segunda união, os que pedem o sacramento mas não mostram
sinais de mudança; desrespeito familiar; falta de preparação na catequese, de
oração família, de perdão, poligamia pela impotência sexual, casamentos
prematuros, luta de poder, pessoas amigadas, afastamento das viúvas,
analfabetismo, agressão física e moral. Soluções encontradas para os casos
apresentados: Acompanhar as famílias regulamente; que os padres procurem
inteirar-se cada vez mais dos problemas que afectam as comunidades; enviar os
casos pertinentes a equipa missionária; observar as Orientações Diocesanas; ir ao
encontro das famílias irregulares com caridade pastoral, sem rancor ou ódio,
reflectindo alguns textos bíblicos. A diocese pense em uma casa de acolhimento
para psico-dependentes e nas paróquias e casas religiosas abrirmos espaços para
atendimento; formação e conscientizacão das
famílias. A pedida do primeiro grupo, leu-se os nº 120, 121 e 122 das Orientações diocesanas para
melhor esclarecimento. E abriu-se para intervenções: O que fazer diante de
casais com impotência sexual? Interveio D. Francisco e observou o seguinte:
recordar as famílias a fórmula do casamento, só quem pode reconhecer a nulidade
do casamento é o
papa com informações precisas e suficientes. Não tocamos o tema do
homossexualismo, onde muitos países já aprovaram esta união, como a África do
Sul. A igreja não pode mudar as leis estatais, mas precisamos mostrar a nossa
fé. A seguir retornamos aos grupos para sugestões dos temas nucleares do
triénio e indicações para as comissões diocesanas. Às 14h30, realizamos a revisão e
revitalização das comissões diocesanas (verificar as alterações e novas
coordenações em anexo).
Ouvimos as ressonâncias dos grupos e chegamos aos seguintes temas
nucleares:
I.-Família e Juventude – 2016: Formação
humana e crista; Santa Infância; Rito de iniciação a Luz da Igreja; Relação
Pais e Filhos; Revitalização da Pastoral Vocacional; Juventude e as Redes
Sociais;
II.-Família e Comunidade – 2017: Acolhimento
misericordioso e reconciliação; Igreja doméstica; Formação dos animadores da
palavra, formação bíblica; Formação Ministerial;
III.-Celebração dos 25 anos: Diocese
como Família – 2018: Elaboração de manual sobre a Igreja local; Sinal
concreto que visite todas as comunidades da diocese (Sugestões: Eucaristia,
cruz, imagem de Nossa Senhora); Semana
Missionária.
Encerramos a VII Assembleia Diocesana Pastoral as 17h30, com a
Celebração Eucarística.
Nada mais havendo a tratar lavrei a presente acta.
Irmã Angélica
Gurué, 30 de Setembro de 2015
quarta-feira, 30 de setembro de 2015
2º DIA DA VII ASSEMBLEIA DIOCESANA DE PASTORAL
ATA Nº 2 DA VII ASSEMBLEIA DIOCESANA PASTORAL
No dia seguinte, vinte nove de Setembro, iniciamos com a oração das Laudes
seguido de missa às
06h30, presidida pelo Bispo Emérito D. Manuel Chuanguira Machado. Logo após o
pequeno-almoço retomamos nossas actividades com a leitura da acta e suas
observações. Em seguida ouvimos a explanação do Pe. Agostinho Vasconcelos sobre
a Revisão da Liturgia. O mesmo tinha como base de reflexão o Missal Romano, o
Ordenamento das leituras da missa de 1981 e texto extraído de sua tese de
Licenciatura. O primeiro ponto a ser abordado foi o Silêncio, destinado ao
recolhimento interior fundamental e oportuno no inicio da própria liturgia, no
acto penitencial, depois das leituras e homilia e após a comunhão. As leituras
propostas pela liturgia devem ser proclamadas no ambão, e não devem ser substituídas por sermões de
padres da igreja, fundadores ou outros textos. O Salmo Responsorial fecha o pensamento da 1ª leitura e pode ser cantado ou
rezado. O canto de aclamação ao Evangelho deve ir ao encontro do que fala o
próprio. A homilia deve ser preparada cuidadosamente buscando a mensagem
central, com carácter quase sacramental, considerando a realidade actual e
paroquial, unindo fé e vida, com o tempo máximo de 10 minutos. Apresentou-nos
os Aspectos Práticos da liturgia sendo elas: a) Procissões: Que constam de 3, a
de Entrada sendo esta a mais solene, onde os ministros, leitores e acólitos
dirigem-se ao altar. A procissão do ofertório, também a mais solene, devem ser
feita mesmo sem dançarinos, para a entrega do pão e do vinho. A Procissão de
saída, mais curta e rápida, não deve seguir a mesma trajectória da entrada. b)
DANÇA: a dança litúrgica não é recreativa, mas um movimento do corpo que
acompanha a oração de louvor, levando o crente ao louvor perfeito, com
delicadeza de ânimo. Não devem ser feitas de frente para trás, como acontecem
na apresentação das ofertas e para a comunhão. Durante as danças evite-se
voltar costas para o altar e invadir o presbitério. O número dos dançarinos não superem
o recomendável de 20 participantes, sendo dez de cada fila, o ideal seriam de
12. Não se admita mulheres grávidas e também mães com bebes a amamentar, para não
dispersar a assembleia. Os dançarinos do sexo masculinos, evitem gestos
agressivos e teatrais, sobretudo na acção de graças. C) Instrumentos Musicais:
Existem para sustentar o canto e não substituir as vozes, podem ser tocados na
Quaresma, mas muito moderado. D) Ornamento das Capelas: Depende da criatividade
da comunidade. A cruz do altar não pode ser omitida, é necessária uma por trás do
altar e fora da igreja para identifica-la, um jarro de flores, e uma vela acesa
durante a celebração, quando colocado a Eucaristia deve-se acompanhar com mais
uma vela acesa. E) Toalhas Litúrgicas: não usar a toalha do altar para outros
fins, não fazermos refeições dentro da igreja, e nem colocarmos bicicletas
dentro da mesma. As toalhas usadas para as tecas sejam limpas e se possíveis
brancas, as túnicas dos leitores, acólitos, ministros extraordinários sejam
decentes e não qualquer só porque são brancas. Com esta ultima reflexão, Pe.
Agostinho encerrou sua apresentação sobre a liturgia. D. Francisco Lerma
interveio com as seguintes contribuições: Termos cuidado com os extremos,
respeitarmos o lugar sagrado, ter critérios nos movimentos na liturgia. A nível
da Conferência Episcopal, propõe-se que o acto penitencial seja de joelhos, durante
a proclamação do Evangelho os fiéis permaneçam sentados, na apresentação das
ofertas a assembleia deve manter-se sentada e se não houver pão e vinho não se
faça procissão. O
gesto da paz na liturgia está perdendo o seu sentido sacramental, cumprimentar-se
apenas quem está
perto, evitando assim as deslocações. O bispo exortou aos participantes que
estas mudanças devem ser lentas, ensinadas com cuidado e compreensão. Deste
modo encerrou sua intervenção, abrindo espaço para as contribuições dos participantes:
Na primeira intervenção falou-se sobre a falta de silêncio na igreja no momento
de limpezas e durante cântico de saída; Por vezes, a Profissão de Fé está sendo cantado e dançado,
dificultando a percepção do seu sentido, o Credo tem por objectivo dar o
assentimento e resposta a palavra de Deus ouvida nas leituras e na homília. (Há orações que por serem
cantadas, leva o povo a esquecer a recitação de algumas orações como o Glória, credo e Pai-Nosso); Houve
uma má percepção
porque as mulheres grávidas e com bebés a amamentar não deveriam estar no grupo dos
dançarinos. Explicou-se que a razão real seria de evitar distracções para a
assembleia e a própria dançarina; não é uma questão de pecado ou exclusão; Pediu-se
esclarecimento sobre quem podia sentar-se ao altar, tornou-se claro que devem
estar ao altar presidente da celebração, os ministros extraordinário da eucaristia,
leitores e acólitos; Os acólitos devem paramentar-se cinco minutos antes dos
padres e no final da missa depois deles; Perguntou-se qual seria o momento
ideal para os alaridos, o que respondeu-se que devem serve no acompanhamento do
canto e para dar ênfase ao momento da elevação; No momento da comunhão os
padres delegam os ministros extraordinários ou diáconos e ficam sentados
deixando sua obrigação, mas a orientação é isto seja feito nas celebrações com muitos fiéis.
Orientarmos as mamãs a tirarem suas ofertas antes
de chegarem no meio da igreja; As ofertas aos padres não devem ser deixadas no
altar ou debaixo dele; Os Catequistas, não tem o seu devido valor na comunidade
de forma especial nos escrutínios, aparecem o muholi, animador, mamãs conselheiras, e não avaliam apenas recebem os
valores. Na última formação de catequistas no Invinha, ouvimos que a avaliação
deve ser feita na comunidade e o próprio catequista confirmar o catequizando na
lista de presenças, como também as suas faltas. Depois destas intervenções
saímos para o lanche às 10h00, retornando às 10h30. O moderador pediu-nos que tivéssemos em
mãos o Estatuto do Conselho Pastoral Paroquial para partilha, dúvidas e dificuldades
encontrados, iniciamos rectificando algumas observações feitas, mas depois
vimos a necessidades de lê-lo na íntegra. Com o decorrer da leitura
esclareceu-se que não pode haver Conselho Pastoral sem a presença do pároco ou
vigário paroquial, sendo os mesmos a convocar o conselho e não o animador. O
CPP deve apresentar ao bispo na visita pastoral o relatório das actividades
pastorais e não apenas mensagens. Sugeriu-se que no artigo 5, houvesse um
acréscimo, tendo também um represente da Juventude a nível da paróquia e as paróquias que tiverem um número
elevado de zonas deve-se escolher um representante geral. Evite-se trocas de
conselheiros a cada encontro e guardemos segredo em assuntos particulares
relacionados aos crentes de nossas comunidades e paróquias. Foi pedido que seja
abordado o tema central da VII Assembleia Diocesana que é a Família, deixarmos os demais temas para os diversos. Foi
gratificante ouvir que o estatuto estava bem-vindo e que a constituição dos
membros do CPP já é vivenciada em determinada paróquia. Passando a Palavra ao Pe. Agostinho ouvimos
as respostas vindas das paróquias a partir do questionário enviado, para a VII
Assembleia, assim encerramos o período da manhã. Retomamos às 14h30, ouvindo a ressonância do grupo a partir
das respostas vindas de nossas paróquias, com as seguintes abordagens: A
ausência do pai na família, deixando a responsabilidade da criação e educação
para as mães; Qual a missão dos padrinhos? Os pais deixam seus papéis de
primeiros educadores e responsabilizam os professores e a igreja. Depois das
devidas partilhas, fomos aos grupos com as seguintes questões a serem
debatidas: 1. Que iniciativas concretas a promover para fortalecer a fé e a
unidade nas famílias cristãs? 2. Quais
são os momentos mais favoráveis na vida de um casal, que devem ser aproveitados
em vista a favorecer uma vida familiar feliz? 3. Qual é a nossa contribuição na
educação da família e dos jovens? Às 16h30 prosseguimos com as seguintes respostas
dos grupos, 1: Catequese continuada; ir ao encontro das famílias não com
palavras cansativas, mas acolhedoras; Retiro para casais por semestres ou
acompanhando os tempos litúrgicos; acolhimento dos casais separados; formação
com livros adequados; testemunho pessoal; catequese actual apropriada para a
sociedade de hoje; seja revitalizado o ministério encarregado da família; Pastoral da Família
composta de 10 casais; formações para valorização da família; acompanhamento da
família nos momentos de dificuldade; criar grupos de visitas as famílias com a
ajuda dos movimentos existentes na paroquia; dialogo aberto; Formação bíblica;
confiança;
fidelidade; entendimento; celebração dos aniversários de casamento a partir dos
10 anos a nível de comunidade; colaboração mútua entre os casais e
co-responsabilidade; partilha das dificuldades entre os dois; interpretar o
ambiente familiar à
luz da palavra de Deus; troca de experiencias entre os casais; não discriminar
as pessoas, nem ex-comungá-las; encontros de orações; acompanhamento dos
filhos não deixando a responsabilidade para padrinhos; preparar moral e
economicamente. 2: Os padres e as irmãs devem acompanhar as famílias, catequese
dos casais acompanhada pelos padres, sentarem juntos no momento de missa,
passearem e trabalharem juntos; dia de apresentação dos noivos aos pais e a
comunidade; dia da realização de Matrimónio; nascimento do primeiro filho;
prepararão do casamento, momentos mais fortes de liturgia; O diálogo nos
momentos de lazer, refeições e actividades laborais; retiro de casais,
catequese de reconciliação; frequência sacramental; promoção da pastoral da família;
vivencia do perdão e alegria; passeios familiares, correcção dos erros,
partilha de vivencia diária, aceitar o outro como ele é; disponibilidade para escuta
dos problemas existentes na família; rito de iniciação. 3: Exemplo dos pais com
acções concretas, bom testemunho de vida, educação cristã, evitar brigar na frente dos
filhos; evitar manifestações agressivas; que a catequese dos jovens seja dada
por adultos; catequese actualizada, ouvir as motivações dos jovens; dialogo na
família, união; as novelas e filmes diminuem o fio de pensamento dos jovens;
criar momentos de encontros entre os jovens e os pais; motivá-los para os estudos, renovar os
esforços de formação humana e espiritual; aconselhamento familiar; ajuda-los a
descobrir e discernir sua vocação; promover formações dos jovens; corrigir
sempre sem medo; ficar mais tempo com eles; consenso na correcção; não mimarmos
ao excesso as crianças. A partir da exposição das respostas surgiram algumas
inquietações que o grupo apresentou como: a relação afectiva e sexual na vida dos casais, o que fazermos com o casal de segunda união? O problema do álcool e das
drogas, casamento e gravidez prematuro, ex-comunhões, cristãos polígamos.
Percebeu se também que as respostas estavam muito aquém daquilo que vivenciamos
em nossas comunidades, questões pertinentes não foram abordadas. Algumas
decisões a assembleia sozinha não pode decidir, mas termos mudanças de atitudes
frente as proibições, ex-comunhões e exclusão de pessoas. Por conta da falta de
pessoal no secretariado as perguntas foram improvisadas, talvez não atingindo
as expectativas e necessidades de nossas paróquias. D. Francisco Lerma sugeriu
a elaboração de novas perguntas, por parte de um pequeno grupo, buscando
através delas eliminar tudo aquilo que não é evangélico. Encerramos portanto as actividades às 17h30.
terça-feira, 29 de setembro de 2015
VII ASSEMBLEIA DIOCEANA DE PASTORAL, 28-30 DE sETEMBRO DE 2015
ATA Nº 1 DA VII ASSEMBLEIA DIOCESANA PASTORAL
Aos vinte e oito dias do mês de Setembro de dois e mil e quinze, pelas
15h00 teve lugar a VII Assembleia Diocesana Pastoral, que tem como tema A
Família Cristã, no salão do Paço Episcopal da Diocese do Gurué. A sessão começou com uma
oração pedindo luzes ao Espírito Santo, para que ele nos auxilie em cada
reflexão, partilha e decisão, em vista do crescimento e amadurecimento de nossa
Diocese. Em seguida, foram indicados os moderadores, sendo eles Pe. Paulino Nicau
(Diocesano) e Pe. Augusto Joao (Deoniano) e como Secretariarias Ir. Henriqueta
Savaio (Filha de Nossa Senhora da Visitação) e Ir. Angélica Shirlle (Missionária Capuchinha). Os moderadores
tomaram seus lugares e programou-se o horário a seguir, período da manhã: 6h30 – Laudes/Eucaristia, 7h30 – Pequeno Almoço,
8h30 – Início
das actividades, 10h00 – intervalo, 10h30 – retorno das actividades, 12h30 –
Almoço; período da tarde: 14h30 – Retorno, 16h00 – Intervalo, 16h30 – retorno
dos actividades, 18h00 – fim das actividades, 18h30 – vésperas ou missa, 19h30
– jantar; se houver possibilidade após o jantar haverá momento recreativo. Logo
após, houve a marcação das presenças por regiões pastorais a saber: Região
Norte – 7 padres, 5 irmãs e 20 leigos; Região Centro A – 2 padres, 2 irmãs e 10
leigos; Região Centro B – 10 padres, 4 irmãs e 16 leigos e Região Sul – 4
padres, 1 minorista e 6 leigos. Tendo ainda D. Francisco Martinez Lerma, Bispo
da Diocese do Gurue, D. Manuel Chuanguira Machado, Bispo Emérito, Pe. Renato,
Provincial dos Sacerdotes do Sagrado Coração de Jesus e o primeiro reitor do
Seminário Propedêutico Santo Agostinho – Quelimane Pe. Ezio Toller. O moderador
Pe. Paulino convidou D. Francisco Lerma a usar da palavra, o mesmo desejou Boas
vindas e relembrou a todos os participantes os três temas nucleares:
Eucaristia, Evangelização e Catequese e Formação, e o tema transversal:
Sustentabilidade Económica, tratados na VI Assembleia Diocesana. Frisou a
responsabilidade de cada cristão, na busca de sairmos da Igreja Piramidal, onde
direccionamos todas as decisões ao bispo, padres, animadores… para entrarmos na
Igreja Roda, motivada pelo Concílio Vaticano II, tendo o centro Cristo, onde cada
membro é
chamado a ter uma participação activa. No tema da Sustentabilidade Económica,
reforçou que a Igreja somos nós, que não temos uma obrigação imposta de pagar
taxas, mas trata-se da partilha, falta-nos catequese sobre este tema. Entre as 26 paróquias e
capelanias, somente 08 deram a sua contribuição diocesana, sendo as Capelanias
de São kisito, Moagiua e Mugulama, as primeiras a oferta-las. Falou sobre a
riqueza da Diocese, um número crescente de cristãos que oscilam entre 22 e 23
mil baptismos por ano, cresceu também o número de comunidades, entrada de 6
novas congregações femininas, frisando que a presença feminina na pastoral é fundamental. Os padres
diocesanos, tem o mesmo número desde há 5 anos e só existem 4 seminaristas na
teologia. É
preciso rever a Pastoral Vocacional da Diocese, que tenha um acompanhamento qualitativo,
sério, porque
regista-se um abandono por parte dos religiosos depois da emissão dos Votos
Perpétuos e por parte dos seminaristas depois da filosofia. Na Visita de Ad
Limina, a orientação fundamental é que não haja padres sozinhos, é preferível fechar uma paroquia
que deixar um padre sozinho Por isso é necessário uma remodelação, a este respeito o
bispo pede aos padres disponibilidade. Falou-se também da Pastoral de Conjunto,
de recorrermos as Orientações Diocesanas como bússola, para por em pratica suas decisões.
Frisou também sobre a compra de sacramentos, e isso, comprova-se no sacramento
do Crisma onde as pessoas não sabem fazer o sinal da cruz e muitos não tem a
idade correspondente. Estas situações são encontradas repetidas vezes. Deixou claro
que o documento que deve nos orientar nesta assembleia e a Carta Apostólica
Evangelii Gaudium (A Alegria do evangelho) e a bula de abertura do ano da Misericórdia anunciado pelo papa,
que terá inicio no dia 08 de Dezembro do ano em curso. O Papa Francisco
pede-nos Misericórdia, mas constatamos em nossa diocese muitas proibições e
ex-comunhões que são inventadas nas comunidades, não podemos marginalizar as
pessoas, mas acolhe-las e acompanha-las. D. Lerma anunciou que o secretariado
nos apresentaria o Estatuto do Conselho Pastoral Paroquial, para estudo e
debate. Falou que temos 2.000 comunidades, mas apenas 200 assinaturas do
Boletim Informativo ETXHEKO/FAMILIA. A partir do próximo ano cada comunidade,
deverá ter seu
boletim que custa 60,00 mt. Depois destas palavras de nosso pastor, recebemos o
respectivo boletim com o Estatuto do Conselho Pastoral Paroquial e saímos para
um pequeno intervalo as 17h15. Ao retornarmos nos foram anunciado os grupos dos
responsáveis pela animação liturgica por regiões, sendo elas: Vésperas (28/09)
Região Norte, Laudes (29/09) Centro A, Vésperas (29/09) Centro B, Laudes
(30/09) Região Sul e Missa (30/09) todas as irmãs. Logo em seguida, realizou-se
a divisão dos grupos e novamente Dom Francisco retomou a palavra, trazendo presente
a revisão e revitalização da Comissão Diocesanas, encorajou os participantes a
enfrentar os problemas das Comissões, visto que chegam ao final do ano sem
programa nem reuniões. Dessas comissões apenas figura o nome, mas activamente
não participam. A primeira comissão a ser revista é o Secretariado da Pastoral
constando no mínimo 3 pessoas, 1 padre, 1 irmã e 1 leigo, onde actualmente só
está o Pe.
Agostinho. A segunda comissão e a Caritas, perdemos projectos a quando o tempo
das cheias, pois não estávamos organizamos; Na Comissão de catequese sempre
trabalhou sozinho Pe. Renato, foi eleito Superior Provincial ficando assim esta
comissão está
descoberta e por fim a Comissão Económica. Indicou também a revisão da
Liturgia, sobre a unificação a nível nacional. Deixando claro que o centro da
liturgia é o
altar e não o corredor com as danças, onde os dançarinos entram e saem a cada
canto, devem entrar e ficar de forma especial em volta do altar. Uma melhor
apresentação deste tema far-se-á amanha dia 29, pelo Pe. Agostinho e recomendou
a todos que lêssemos o Estatuto do Conselho Pastoral ate o horário das
vésperas. O moderador deu por encerrado a primeira sessão da VII Assembleia
Diocesana Pastoral, quando eram 17h45.
quarta-feira, 23 de setembro de 2015
PRÓXIMA ORDENAÇÃO SACERDOTAL DE XAVIER JAQUISSONE E CARLOS EVARISTO
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