quinta-feira, 2 de setembro de 2021

ACTIVIDADES PROGRAMADAS NO CALENDÁRIO DIOCESANO PARA O MÊS DE SETEMBRO

 Setembro

Setembro-Outubro 2021

Assembleias paróquias para IV ANP

Estudo dos Lineamenta nos conselhos paroquiais

01 – Paróquias

Dia de Oração pela Criação

12 a 19 – Paróquias

Semana Bíblica Nacional

13 a 19 – CEM

Conselho Permanente

domingo, 29 de agosto de 2021

Consagração Religiosa na Comunidade Católica Arvore da Vida - Moneia

 Às 16.00 horas de hoje, 29 de Agosto de 2021, na Capela privada da Comunidade Católica Árvore da Vida, na Paróquia de Nossa Senhora da Anunciação de Moneia, emitiu a sua Consagração Religiosa a jovem Naiane Adrilene Zozimo.



O acto foi presidido por S.E.R. Dom Inácio Lucas, Bispo de Gurúè, que deslocou-se àquela comunidade na tarde de ontem.

Desde a nossa página, queremos endereçar à Jovem Naiane, os nossos votos de uma feliz e generosa entrega ao Senhor ao serviço do Reino.



sexta-feira, 27 de agosto de 2021

II ENCONTRO DE S.E.R. DOM INÁCIO LUCAS, COM O CLERO DIOCESANO





Teve lugar na manhã de hoje, 27 de Agosto, na casa Diocesana, o II encontro de Dom Inácio Lucas com o Clero Diocesano.
Tratou-se de um encontro de partilha e reflexão, enquanto membros de um Presbitério chamados a construir a Igreja que está no Gurúè. Participaram neste encontro, 24 Padres Diocesanos oriundos das quatro Regiões Pastorais que compõem a nossa Diocese de Gurúè. O encontro comportou de dois momentos: No primeiro momento, foi convidado o Reverendo Padre Renato Comastri, dos Sacerdotes do Coração de Jesus, que apresentou uma reflexão espiritual sobre o ministério sacerdotal. Tratou-se de uma reflexão que se desenvolveu em torno de 3 verbos: CELEBRAR, ACOMPANHAR e TESTEMUNHAR, tendo como base de fundo, o encontro que o Papa Francisco teve com os Clero, 
Religiosos e Seminaristas na Catedral de Palermo no dia 15 de Setembro de 2018.
Na segunda parte do encontro, interviu SER Dom Inácio Lucas que partilhou as suas impressões, constatações e caminhos de orientação rumo ao futuro, após a visita que efectuou às Paróquias da Diocese e o encontro que teve com o pessoal missionário que trabalha nesta Igreja Local.
Dom Inácio, iniciou a sua intervenção partilhando das necessidades que exigiram obediência para alguns sacerdotes do Presbitério, mormente a nomeação do novo Diretor Espiritual do Seminário Diocesano na pessoa do Reverendo Padre Gonçalves Niviremo, do Vigário paroquial da paróquia de S. Tiago Maior de Namarrói Reverendo Padre Damião Chicote e do Pároco de S. José Lioma, que acumula com as funções de Coordenador do Secretariado da Pastoral, Reverendo Padre Agostinho Martinho Vasconcelos.  Dom Inácio, partindo da Carta de Santo Inácio aos Magnésios, apresentou a figura do Bispo e tendo como pano de fundo do Magistério do Papa Francisco, falou da diocesanidade como algo característico na espiritualidade do Padre Diocesano, o que reclama a sã relação com o Bispo e com os colegas Presbíteros. Seguidamente, Dom Inácio falou da família dos Padres Diocesanos da Diocese de Gurúè, tomando em consideração a realidade das Paróquias e a necessidade de revitalizar o espírito de pertença e de serviço em prol da edificação da própria Igreja. Mais ainda, Dom Inácio encorajou a todos a trabalhar para cuidar do património móvel e imóvel das nossas Casas paroquiais e administrar da melhor forma, com ajuda da comunidade paroquial os nossos auxiliares que colaboram nas nossas residências paroquiais. Dom Inácio, falou ainda da necessidade de viver a disponibilidade em colaborar com o Bispo em qualquer missão que seja, sempre em espírito de comunhão e fraternidade, para que como irmãos do mesmo presbitério, possamos encontrar caminhos para construir a Igreja de Cristo que está em Guruè, hoje nas nossas mãos. Após a sua intervenção, seguiu-se o momento da celebração eucarística, tendo presente a figura de Santa Mónica, cuja memória hoje se celebra na Igreja. Terminada a celebração, seguiu-se o momento de confraternização com um almoço servido no salão da casa Diocesana.

quinta-feira, 26 de agosto de 2021

Catequese do Papa Francisco na Audiência da Quarta feira 25.08.2021

 



Irmãos e irmãs, bom dia!

A Carta aos Gálatas relata um acontecimento bastante surpreendente. Como ouvimos, Paulo diz que repreendeu Cefas, ou seja, Pedro, perante a comunidade de Antioquia, porque o seu comportamento não era bom. O que aconteceu de tão grave para que Paulo se dirigisse a Pedro em termos tão severos? Será que Paulo exagerou dando demasiado espaço ao seu carácter sem saber como se conter? Veremos que este não é o caso, mas que mais uma vez está em questão a relação entre a Lei e a liberdade. E devemos insistir sobre isto muitas vezes.

Escrevendo aos Gálatas, Paulo menciona deliberadamente este episódio que tinha acontecido em Antioquia anos antes. Ele pretende recordar aos cristãos dessas comunidades que eles não devem absolutamente escutar aqueles que pregam a necessidade de serem circuncidados para ficar “sob a Lei” com todas as suas prescrições. Recordemos que foram estes pregadores fundamentalistas que chegaram lá e criaram confusão, e privando aquela comunidade da paz. Pedro foi criticado pelo seu comportamento à mesa. A Lei proibia que um judeu partilhasse refeições com não judeus. Mas o próprio Pedro, noutra ocasião, tinha ido a Cesareia, à casa do centurião Cornélio, apesar de saber que estava a transgredir a Lei. Então afirmara: «Deus mostrou-me que nenhum homem deve ser chamado profano ou impuro» (At 10, 28). Quando regressou a Jerusalém, os cristãos circuncidados que eram fiéis à Lei mosaica repreenderam Pedro pelo seu comportamento, mas ele justificou-se dizendo: «Recordei-me então da palavra do Senhor, quando Ele dizia: “João batizou em água; vós, porém, sereis batizados no Espírito Santo”. Se Deus, portanto, lhes concedeu o mesmo dom que a nós por terem acreditado no Senhor Jesus Cristo, quem era eu para opor-me a Deus?» (At 11, 16-17). Recordemos que o Espírito Santo veio naquele momento à casa de Cornélio quando lá estava Pedro.

Um facto semelhante também tinha acontecido em Antioquia, na presença de Paulo. Antes, Pedro estava à mesa sem qualquer dificuldade com os cristãos que tinham vindo do paganismo, mas quando alguns cristãos de Jerusalém – aqueles que provinham do judaísmo – circuncidados, chegaram à cidade, ele já não o fez, para não incorrer nas críticas deles. É este o erro: era mais atento às críticas, a dar uma boa impressão. Isto é grave aos olhos de Paulo, até porque Pedro estava a ser imitado por outros discípulos, antes de todos Barnabé, que com Paulo tinha evangelizado os Gálatas (cf. Gl 2, 13). Sem querer, o comportamento de Pedro – um pouco assim, aproximativo, nem claro nem transparente – criava uma divisão injusta na comunidade: “Eu sou puro… sigo por esta linha, faço assim, isto não se pode…”



Na sua repreensão – eis o núcleo do problema – Paulo usa um termo que permite entrar nos méritos da sua reação: hipocrisia (cf. Gl 2, 13). Esta é uma palavra que se repete muitas vezes: hipocrisia. Penso que todos nós compreendemos o que significa. A observância da Lei por parte dos cristãos levou a este comportamento hipócrita, que o Apóstolo pretende combater com força e convicção. Paulo era reto, tinha os seus defeitos – muitos, o seu caráter era terrível – mas era reto. O que é a hipocrisia? Quando dizemos: estai atentos que aquele é um hipócrita: o que queremos dizer? O que é hipocrisia? Pode-se dizer que é o medo da verdade.  A hipocrisia tem medo da verdade. As pessoas preferem fingir do que ser elas mesmas. É como pintar a alma, como pintar as atitudes, o modo de proceder: não é a verdade. “Tenho medo de proceder como sou e disfarço-me com estas atitudes”. Fingir impede a coragem de dizer a verdade abertamente, e assim facilmente se evita a obrigação de a dizer sempre, em todo o lado e apesar de tudo. Fingir leva-te a isto: às meias-verdades. E as meias-verdades são uma ficção: pois a verdade ou é verdade ou não é verdade. Mas as meias-verdades são este modo de agir não verdadeiro. Prefere-se, como disse, fingir em vez de ser como se é, e a ficção impede aquela coragem, de dizer abertamente a verdade. E assim, não cumprimos a obrigação – e isto é um mandamento – de dizer sempre a verdade, em todos os lugares e apesar de tudo.  Num ambiente em que as relações interpessoais são vividas sob a bandeira do formalismo, o vírus da hipocrisia propaga-se facilmente. Aquele sorriso que não vem do coração, aquele procurar estar bem com todos, mas com ninguém…

Há vários exemplos na Bíblia onde a hipocrisia é combatida. Um bom testemunho para combater a hipocrisia é o do velho Eleazar, a quem foi pedido que fingisse que comia carne sacrificada a divindades pagãs para salvar a sua vida: fingir que a comia, mas não a comia.  Fingir que comia a carne suína, mas os amigos tinham-lhe preparado outra.  Mas o homem temente a Deus respondeu: «Não é próprio da minha idade, respondeu ele, usar de tal fingimento, não suceda que muitos jovens, julgando que Eleazar, aos noventa anos, se tenha passado à vida dos gentios, pelo meu gesto de hipócrita e por amor a um pouco de vida, se deixem arrastar por minha causa; isto seria a desonra e a vergonha da minha velhice» (2 Mc 6, 24-25). Honesto: não entra no caminho da hipocrisia. Que bela página sobre a qual refletir para se afastar da hipocrisia! Os Evangelhos também registam várias situações em que Jesus repreende fortemente aqueles que parecem justos no exterior, mas no interior estão cheios de falsidade e iniquidade (cf. Mt 23, 13-29). Se tiverdes um pouco de tempo hoje lede o capítulo 23 do Evangelho de São Mateus e vede quantas vezes Jesus diz: “hipócritas, hipócritas, hipócritas”, e revela o que é a hipocrisia.

O hipócrita é uma pessoa que finge, lisonjeia e engana porque vive com uma máscara no rosto, e não tem a coragem de enfrentar a verdade. Por isso, não é capaz de amar verdadeiramente – um hipócrita não sabe amar – limita-se a viver pelo egoísmo e não tem a força para mostrar o seu coração com transparência. Há muitas situações em que a hipocrisia pode ocorrer. Muitas vezes esconde-se no local de trabalho, onde se procura parecer amigos dos colegas enquanto a competição leva a golpeá-los pelas costas. Em política, não é raro encontrar hipócritas que vivem uma vida dupla entre a esfera pública e a privada. A hipocrisia na Igreja é particularmente detestável, e infelizmente existe a hipocrisia na Igreja, há muitos cristãos e ministros hipócritas. Nunca devemos esquecer as palavras do Senhor: «Seja este o vosso modo de falar: sim, sim, não, não; tudo o que for além disto procede do espírito do mal» (Mt 5, 37). Irmãos e irmãs, pensemos hoje no que Paulo condena e que Jesus condena: a hipocrisia. E não tenhamos medo de ser verdadeiros, de dizer a verdade, de ouvir a verdade, de nos conformarmos com a verdade. Assim poderemos amar. Um hipócrita não sabe amar. Agir de outra forma que não seja a verdade significa pôr em perigo a unidade na Igreja, aquela pela qual o próprio Senhor rezou.

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Saudações:

Saúdo cordialmente os fiéis de língua portuguesa: confiemo-nos à proteção de Nossa Senhora para que não exista entre nós e tampouco em nossas comunidades a hipocrisia, que coloca em risco a unidade da Igreja. Que Deus vos abençoe e vos proteja de todo mal!

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Apelo

Ontem, em Tóquio, tiveram início os Jogos Paralímpicos. Envio a minha saudação aos atletas e agradeço-lhes, por oferecerem um testemunho de esperança e de coragem. Com efeito, eles manifestam como o compromisso desportivo ajuda a superar dificuldades aparentemente insuperáveis.

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Resumo da catequese do Santo Padre:

Ao mencionar aos Gálatas a repreensão que fez a Cefas, isto é, Pedro, alguns anos antes, quando estavam em Antioquia, o Apóstolo Paulo pretende recordar aos cristãos daquela comunidade que não deviam dar ouvidos àqueles que pregavam a necessidade da circuncisão e, portanto, de submeter-se a todas as prescrições da Lei Mosaica. Ao reprovar a atitude de São Pedro que, ao chegarem a Antioquia alguns cristãos vindos de Jerusalém e oriundos do judaísmo, havia deixado de tomar refeição com os cristãos de origem pagã, São Paulo usa o termo hipocrisia. Podemos dizer que a hipocrisia é o medo da verdade. É preferir fingir do que agir de acordo com o que se é. Um belo testemunho que encontramos na Escritura contra a hipocrisia é o de Eleazar, no segundo livro dos Macabeus, um nonagenário que preferiu o martírio do que adotar uma atitude hipócrita. Também nos Evangelhos vemos como Jesus repreende severamente aqueles que portam uma aparência externa de justiça, mas por dentro estão cheios de falsidade e iniquidade.

sábado, 14 de agosto de 2021

Faleceu Monsenhor Miquéias Elias Maloa

Mons. Miquéias

 

Às 19 horas de ontem, na Diocese de Lichinga, rendeu a sua alma ao Senhor o Monsenhor Miquéias Elias Maloa vítima de doença.



À Diocese de Lichinga e aos seus parentes de sangue, endereçamos os nossos pêsames e as nossas mais sentidas condolências com a promessa de união na oração, pelo sufrágio da alma do nosso querido mas ora extinto Monsenhor Miquéias. Paz à sua alma.


De acordo com uma nota recebida do Vigário Geral da Diocese de Lichinga, Reverendo Padre Agostinho Rosário, as cerimónias fúnebres terão lugar na próxima Quarta feira, dia 18 de Agosto do corrente, com a Missa exequial celebrada na Sé Catedral às 11 horas, precedida de um velório a partir das 09.00 horas.


sexta-feira, 13 de agosto de 2021

Rádio Diocesana de Gurúè - FM 94.4

Após sensivelmente dois anos de interrupção por motivos de uma avaria, a Rádio Diocesana de Gurúè, retomou as suas emissões na manhã desta Sexta feira- 13 de Agosto de 2021.
O acto do reinício das transmissões em Frequência Modulada 94.4, foi presenciado pelo Bispo da Diocese Dom Inácio Lucas.
Formulamos desde a nossa página, votos de um feliz reinício da nossa emissora católica de Gurúè, enquanto prosseguem trabalhos para dotar a nossa Rádio Diocesana, do material necessário para prosseguir com as suas emissões normalmente.

quinta-feira, 12 de agosto de 2021

Irmãs Apostólicas de Cristo Crucificado têm nova Madre Geral

 Na manhã do dia 11 de Agosto corrente, Memória de Santa Clara de Assis, reunidas em Capítulo Geral electivo, as Irmãs Apostólicas de Cristo Crucificado elegeram a nova Madre Geral: Trata-se da Irmã Conceição del Toro Lopes, que vai dar continuidade o trabalho que vinha sendo desenvolvido pela Irmã Alícia.

Até à data da sua eleição, a Irmã Conceição trabalhava na Paróquia de São Tiago Maior de Namarrói, na nossa Diocese.

Desde a página do nosso Blogger, queremos desejar à Irmã Conceição e o seu conselho, votos de um fecundo trabalho sob a assistência do Espírito Santo.

Irmã Conceição Lopez,
nova Madre Geral

Irmã Conceição (nova Madre Geral) com a Irmã Alícia (Madre Geral cessante)