quarta-feira, 7 de março de 2018
terça-feira, 6 de março de 2018
QUARTA-FEIRA – 3ª SEMANA DA QUARESMA 7 MARÇO 2018
QUARTA-FEIRA – 3ª SEMANA DA QUARESMA
7 MARÇO 2018
Primeira leitura: Deuteronómio 4, 1.5-9
Depois de ter
evocado a história, para recordar ao povo a fidelidade de Deus (Dt 1 a 3),
Moisés tira algumas consequências, nomeadamente a necessidade de corresponder
com a observância fiel das leis e preceitos. Esta observância, mais do
que uma condição para entrar na terra prometida (v. 1), é uma vocação a realizar
(v. 5b). Com efeito, a vida segundo as leis e preceitos do Senhor fará de
Israel um povo admirado pelos outros povos, que apreciarão a sua sabedoria e a
proximidade do seu Deus. Israel será, desse modo, testemunha do Deus vivo e
verdadeiro, diante dos outros povos. O cumprimento dos mandamentos será, assim,
uma resposta de amor a Deus libertador. Por isso, é conveniente
recordar a história da salvação e as maravilhas operadas por Deus ao longo
dela. Isso ajudará o povo a crescer na gratidão para com Deus e na observância
das suas leis, de geração em geração.
Evangelho: Mateus, 5, 17-19
Os ensinamentos
de Jesus são uma novidade radical que desconcerta os seus ouvintes. O texto que
hoje escutamos faz-nos entrever as interrogações que suscitava, e a delicada
posição dos primeiros cristãos diante do judaísmo.
Mateus, que
escreve para uma comunidade judeo-cristã, apresenta Jesus como um novo Moisés
que promulga a nova lei, as Bem-aventuranças. Mas isso não significa que a Lei
e os Profetas são abolidos. Pelo contrário, atingem, em Cristo, o pleno
cumprimento. Durante séculos, ajudaram Israel a preparar-se para a comunhão com
Deus. Agora, essa comunhão é oferecida, por graça e em plenitude, porque, em
Jesus, Deus se faz Emanuel, Deus-connosco. Mas os velhos preceitos permanecerão
como norma perene. É o que Jesus afirma, com autoridade, com a expressão «em
verdade-, Nem os mais pequenos sinais da Lei serão invalidados. Pelo contrário,
da sua observância ou não observância dependerá a sorte definitiva de cada um.
De facto, na lógica oriental, ser considerado mínimo significa ser excluído.
O homem é o
eterno peregrino da liberdade e da felicidade. Para isso foi criado. Mas pode
entender mal a liberdade e a felicidade e, em vez delas, encontrar a escravidão
e a infelicidade. Por isso, Jesus deu uma preciosa orientação aos seus
discípulos: «Se permanecerdes fiéis à minha palavra, sereis verdadeiramente
meus discípulos, conhecereis a verdade e a verdade vos tornará livres» (Jo 8,
31-32). Portanto, o ponto de partida e o caminho para a liberdade e felicidade
é a escuta da Palavra e o cumprimento humilde e obediente dela. O encontro com
a Palavra e a obediência à mesma levam-nos à verdade do amor, à liberdade, à
felicidade. De facto, o encontro com a Palavra é encontro com Jesus, que é o
Caminho, a Verdade e a Vida, a suprema Felicidade. Não se trata, pois, de
cumprir muitas leis e preceitos, mas de seguir Jesus. Com Jesus, e como Ele,
aprendemos o amor oblativo, o amor que sempre procura e encontra novas formas
para se dar. É esta atitude que nos revela como homens novos, em Cristo. Jesus
está connosco e, n ‘ Ele, encontramos a plena liberdade e felicidade, na
obediência aos preceitos antigos e novos, que se resumem no amor a Deus e ao
próximo, um amor que se faz dom gratuito e livre, em todas as circunstâncias.
A
espiritualidade do amor oblativo, coloca-nos "no coração do
Evangelho" especialmente no centro de Cristo sacerdote e vítima (cf. Heb
5, 7-10; 10, 5-7.14) e impele-nos a inserir-nos "no coração do mundo"
sedento de amor, de paz, de alegria, de fraternidade, que só a descoberta de
Cristo pode satisfazer plenamente: "Ele é o homem perfeito … Pela Sua
Encarnação … o próprio Filho de Deus uniu-se de certo modo a cada homem.
Trabalhou com mãos de homem, pensou com mente de homem, actuou com vontade de
homem, amou com coração de homem … Ele é o Redentor do homem!" (Redemptor
Hominis, n. 8).
Senhor Jesus,
ensina-me, mais uma vez, que a liberdade verdadeira, e a felicidade duradoira,
consistem na vivência do amor, que se faz dom generoso e incondicional, que se
faz obediência humilde e alegre. Infunde em mim a tua força, o teu santo
Espírito, para que cumpra a Lei Antiga e Nova, não em atitude de escravo, mas de
filho, em atitude de homem verdadeiramente livre. Assim, a vontade do Pai
tornar-se-é para mim, como foi para Ti, alimento saboroso que me fará progredir
na liberdade e na felicidade. Ajuda-me a ser livre e fazer livremente aquilo
para que me criaste, para que jamais volte a cair na escravidão e na
infelicidade. Não se faça o que eu quero, mas o que o Pai quer de mim.
Fonte:
Resumo e
adaptação local de um texto de “dehonianos.org.portal/liturgia”
Segunda-feira – 3ª Semana da Quaresma
Segunda-feira – 3ª Semana da
Quaresma
Primeira leitura: 2 Reis, 5, 1-15
Naaman, homem
valente e conceituado, general dos exércitos do rei da Síria, tinha ficado
leproso. A lepra, vista como castigo divino, implicava separação, impureza,
solidão. Era uma situação humanamente insolúvel, sem esperança. Mas Naaman
acolhe a proposta de uma jovem prisioneira israelita, e vai ao encontro do
profeta que está na Samaria. O rei da Síria apoia benevolentemente a ideia, que
todavia provoca suspeitas no rei de Israel. A tensão entre os dois países é
atenuada pela intervenção do profeta Eliseu. Seguindo as suas orientações, tão
simples que parecem banais, Naaman recupera a saúde e dispõe-se a uma profissão
de fé no Deus de Israel. Ao lado dos protagonistas do episódio, Naaman, Eliseu
e os dois reis, vemos a jovem escrava, o mensageiro e os servos, mediações de
que Deus se serve para orientar o curso dos acontecimentos.
O texto
apresenta referências à simbologia baptismal, tais como a imersão nas águas, a
eficácia da palavra do Deus de Israel, o carácter universal da salvação.
Evangelho: Lucas 4, 24-30
Ainda no começo
da sua missão, Jesus regressa à sua terra, vai à sinagoga e lê um texto de
Isaías. Conclui afirmando que esse texto se realiza na sua pessoa.
A recusa dos
habitantes de Nazaré em recebê-lo tem o seu melhor comentário na frase de João:
«Veio ao que era seu, mas os seus não O receberem- (Jo 1, 11). A revelação do
«Verbo feito cerne», o filho de José, vai-se transformando, de admiração e
espanto, em incredulidade hostil e mesmo em ódio homicida: «levaram-no ao cimo
do monte a fim de o precipitarem dali abaixo. ». É o destino de todos os
profetas: «Nenhum profeta é bem recebido na sua pátria», afirma Jesus. Os preconceitos,
religiosos, culturais, nacionalistas, impedem ou dificultam o acolhimento
humilde da revelação de Deus, tal como ela é feita, muitas vezes de modo que
não esperamos. Mas a viúva de Sarepta e Naaman, estrangeiros e pagãos, acolhem
a salvação, que os seus primeiros destinatários recusam. Estão abertos às
iniciativas surpreendentes de Deus.
As leituras de
hoje mostram-nos que havemos de estar dispostos a acolher o modo escolhido por
Deus para Se revelar, para realizar as suas intervenções salvíficas. Não faz
sentido pôr condições e, menos ainda, arrogar-se direitos. A única atitude
correcta é a disponibilidade para acolher as iniciativas tantas vezes
surpreendentes de Deus. Foi o que sucedeu em Nazaré. O filho de Maria e de José
era certamente admirado por todos. Mas quando se revela como profeta, como
instrumento de Deus, as opiniões mudam. Afinal, que tinha feito de
extraordinário para justificar as suas pretensões? Mas é esta atitude dos seus
conterrâneos que os impede de receber os dons de Deus, porque a graça divina é
gratuita, é livre no modo de corresponder às expectativas humanas.
Naaman, pelo contrário, aceita pôr de parte os seus
preconceitos. Como pagão, não pretende ter direitos sobre o Deus de Israel.
Apenas aceita os bons serviços diplomáticos do rei e se preocupa em captar a
boa vontade do rei de Israel, com ricos presentes. O rei de Israel não
corresponde às suas expectativas. Intervém o profeta Eliseu, sem qualquer
espécie de diplomacia: não sai ao seu encontro para o saudar, acolher
convenientemente e proceder aos devidos rituais de cura. Pelo contrário, manda
um criado para lhe dizer que vá lavar-se sete vezes no rio Jordão. Uma
verdadeira decepção! O poderoso homem da Síria mostra a sua indignação, tal
como os nazarenos a mostraram em relação a Jesus! O rei de Israel tinha dito:
«Sou eu, porventura, um deus que possa dar a morte ou a vida?». Naaman teve
realmente que morrer aos seus preconceitos, às suas certezas e seguranças, para
aceitar a iniciativa divina, marcada pela simplicidade. E foi curado: «a sua
carne tornou-se como a de uma criança e ficou limpo.
É com esta
simplicidade, de palavras e gestos, que, no baptismo, somos purificados do
nosso pecado e revestidos de graça, revestidos de Cristo, tornando-nos homens
novos, filhos de Deus.
Também os
gestos simples da nossa vida se podem tornar instrumentos da graça de Deus,
quando realizados por amor. Pensemos em tantos santos e santas que se dedicaram
à realização das obras de misericórdia, gestos simples do dia a dia como dar de
comer, dar de beber, visitar doentes e presos, agasalhar quem precisava, etc.,
tornando-se instrumentos da graça para aqueles que beneficiavam e para tantos
que testemunhavam esses actos de amor.
A
disponibilidade para acolher as iniciativas de Deus, leva à disponibilidade
para com os irmãos. Esta disponibilidade não pode limitar-se a nobres e belos
sentimentos, à compaixão. Devem levar ao compromisso pessoal, à acção, à
"disponibilidade" para com os irmãos em necessidade, com simplicidade
e amor. Só assim poderemos reviver a experiência do Pe. Dehon "sensível ao
pecado que enfraquece a Igreja", aos "males da sociedade", de
que "descobre a causa mais profunda … na recusa do amor de Cristo". É
essa a verdadeira lepra da humanidade. "Possuído por este amor que não é
acolhido" corresponde-lhe "com uma união íntima ao Coração de Cristo
e com a instauração do seu Reino nas almas e nas sociedades" (Cst. 4).
Trata-se de uma "solidariedade" afectiva e efectiva com Cristo. Daí o
seu apostolado, caracterizado por uma extrema atenção aos homens, especialmente
aos mais desprotegidos e pela solicitude em remediar activamente as
insuficiências pastorais da Igreja do seu tempo" (n. 5).
Senhor, eis-me
aqui! Tu és a minha esperança. Tu conheces-me. Coloco diante de Ti a minha
miséria e o meu profundo desejo de cura. Tu podes curar-me. Tu tens palavras de
vida eterna. Espero em Ti, espero na tua palavra, porque é grande a tua
misericórdia. Não Te peço acções espectaculares. Peço um coração simples,
humilde, dócil para acolher as tuas iniciativas sempre cheias de originalidade,
sempre surpreendentes. Dá-me a simplicidade de uma criança, para me espantar
diante da grandeza do teu amor escondido na fragilidade dos sinais sacramentais
e na voz e no rosto de cada irmão. Dá-me a simplicidade de Naaman, da viúva de
Sarepta. Dá-me a simplicidade de Maria de Nazaré. Dá-me a tua simplicidade de
Filho muito amado do Pai, feito homem entre os homens.
Fonte:
Resumo e adaptação de um texto de “dehonianos.org.portal/liturgia”
segunda-feira, 5 de março de 2018
Terça-feira – 3ª Semana da Quaresma
Terça-feira – 3ª Semana da
Quaresma
Primeira
leitura: Daniel 3, 25.34-43
A oração de
Azarias começa com um pedido que nos faz lembrar o «Pai nosso»: «Cobre de
glória o teu nome, Senhor (v. 43; cf. Mt 6, 9). Azarias apenas teme que o nome
de Deus não seja glorificado. Ainda que o sofrimento seja enorme, que o povo
esteja reduzido a um «resto», e seja humilhado, Deus deve continuar a ser
glorificado. Nem a profanação do templo, nem a helenização com a destituição
dos chefes religiosos e do culto oficial hão-de impedir a fidelidade a Deus e a
consequente glorificação do seu nome. O profeta lê todos esses acontecimentos
como purificação providencial. Na
provação, o povo reencontra o coração contrito e humilhado que agrada ao Senhor
como um verdadeiro sacrifício (vv. 40s.) que dá glória a Deus. E, então,
renasce a esperança (vv. 42s.). Deus é fiel às promessas feitas aos patriarcas
(vv. 35s.). A grandeza da sua misericórdia pode ainda transbordar em benevolência
e bênçãos para o povo da Aliança (v. 42). Por isso, de salmo penitencial, a
súplica de Azarias transforma-se em hino de louvor cantado em coro pelos três
jovens da fornalha ardente (vv. 52-90). E Deus é glorificado pelos seus fiéis e
por aqueles que se dão conta do seu poder (v. 95).
Evangelho:
Mateus 18, 21-35
A segunda parte
do discurso eclesial (Mt 18), é particularmente dedicada ao perdão das ofensas
pessoais. Pedro, sempre impulsivo, julga escapar à rede da vingança ilimitada
dizendo-se disposto a perdoar «até sete vezes» (v. 21). Mas Jesus aponta para
um horizonte mais amplo, ilimitado, afirmando que é preciso perdoar «até
setenta vezes sete» (v. 22), sempre. O cristão é chamado a assumir uma
mentalidade completamente nova.
Jesus ilustra o
seu ensinamento com uma parábola em três actos contrastantes mas
complementares: encontro do servo devedor com o senhor, encontro do servo
libertado com outro servo que lhe é devedor, e novo encontro entre o servo e o
senhor. Desta parábola, os discípulos hão aprender o que significa ser
imitadores do Pai celeste (v. 35). A dívida do servo é enorme, mas o senhor tem
compaixão por ele e perdoa-o de modo completamente gratuito. O servo
insolvente, mas perdoado, encontra outro que lhe deve uma quantia irrisória, e não
lhe perdoa (vv. 28-30). A graça recebida não lhe transformou o coração. Por
isso, atraiu sobre si o inevitável juízo e o castigo divino. O perdão ao irmão
condiciona o perdão do Pai que está no céu: «Perdoai-nos as nossas ofensas,
como nós perdoamos … ).
Azarias dá-nos
exemplo de como se reza na desolação. Tudo fora perdido, e Deus parecia
distante e inacessível. O risco do desespero, da perda da fé, ou da queda na
blasfémia, espreita. Mas Azarias resiste, pede perdão para o seu povo e pede
que o nome de Deus continue a ser glorificado, usando mais uma vez de doçura e
misericórdia para com o seu povo: «Cobre de glória o teu nome, Senhor». E Deus
escuta a oração do seu servo.
A misericórdia
de Deus para connosco há-de modelar o nosso de agir em relação aos outros, deve
fazer de nós portadores da misericórdia divina. O nosso Deus tem um coração de
Pai cheio de bondade e de misericórdia, lento para a ira e grande no amor.
Santo Ambrósio escreveu que Deus criou o homem para ter alguém a quem perdoar.
Por vezes, somos muito rudes e mesquinhos diante de tanta magnanimidade.
É o que nos
revela a parábola que hoje escutamos. Deus ama-nos e está sempre disponível
para nos perdoar, ainda que sejam grandes os nossos pecados. Nós, muitas vezes,
não sabemos perdoar coisas quase insignificantes. Assim somos causa de
escândalo para os nossos irmãos. Experimentámos a misericórdia de Deus, mas não
a deixamos transparecer na relação com os outros. Mas, desse modo, não
reconhecemos a grandeza do nosso pecado, nem mostramos gratidão para com Deus,
que nos perdoou. Assim, impedimos que cresça em nós a imagem e
semelhança com Deus, «lento para a ira e cheio de bondade. (Nm 14, 18).
semelhança com Deus, «lento para a ira e cheio de bondade. (Nm 14, 18).
Diante de Deus,
somos todos devedores insolventes. Ele perdoa-nos gratuitamente. E é também
assim que havemos de comportar-nos com todos quanto tem alguma dívida para
connosco, perdoando para além de qualquer limite: «setenta vezes sete». Mais
uma vez, Deus quer dar-nos, para além de tudo, a felicidade de darmos sem nada
querermos receber, a felicidade de participarmos na festa da reconciliação, na
glória dos filhos de Deus comprados com o sangue do Filho, derramado para
remissão dos pecados.
Pedro permanece
o canal único e sagrado, por onde desce do céu e se multiplica na Igreja, o
poder de ligar e desligar.
Prometendo
assim o perdão aos pecadores, Nosso Senhor está todo emocionado de
misericórdia, ratifica já no seu Coração os milhões e milhões de absolvições
que os seus ministros pronunciarão ao longo dos séculos. Sobre que é que
poderia conversar com os seus discípulos neste momento, senão acerca do perdão
das injúrias? O seu Coração transborda deste espírito de perdão, e está cheio
dele como de um abismo. Fala sobre este tema, escutemo-lo.
«Senhor, diz
Pedro aproximando-se de Jesus, se o meu irmão pecar contra mim, quantas vezes
lhe perdoarei? Será até sete vezes! (S. Pedro julgava ser muito generoso). –
Não digo até sete vezes, respondeu-lhe Jesus, mas até setenta vezes sete (Isto
é ao infinito). – Depois o bom Mestre expõe a parábola do perdão das dívidas:
«Um rei quis regular as contas com os seus servos. Apresentaram-lhe um que lhe
devia dez mil talentos (vários milhões de francos). Este homem não tendo com
que lhe pagar, o rei ordenou que fosse vendido, ele, a sua mulher, os seus
filhos e tudo o que tinha para pagar as suas dívidas. O infeliz pediu graça, o
rei teve piedade dele, mandou-o embora livre e perdoou-lhe a dívida.
«Mas eis que
este se mostra intratável a seguir para com um amigo que lhe devia uma pequena
soma de cem dinheiros. O rei manda-o chamar e diz-lhe: «Servo mau, a teu
pedido, perdoei-te toda a tua dívida, não deverias tu ser indulgente também
para com o teu companheiro?». E condenou-o.
Fonte:
Resumo e adaptação de um texto de
“dehonianos.org/portal/liturgia”
NOVAS MISSIONÁRIAS NA PARÓQUIA DE MONEIA
NOVAS MISSIONÁRIAS NA PARÓQUIA DE
MONEIA
No passado Domingo 4 de Março do corrente
ano, quatro Missionárias da comunidade
católica “Árvore da Vida” foram recebidas com grande alegria na Paróquia de N.
S. da Anunciação do Posto Administrativo de Moneia, Distrito de Gilé. Presidiu a Celebração da Eucaristia, D.
Francisco Lerma e concelebraram os Superiores Provinciais Claretianos do Brasil
e da Índia Padres Marco e Joseph; o Pe. Agostinho Vasconcelos Director
Diocesanos da Coordenação Pastoral; o Padres, Rony e Justine, Pároco e Vigário Paroquial, respectivamente de
Moneia; os Padres Claretianos de Muiane, Gilé e Nampula e o Ecónomo Provincial
da Província Claretiana do Brasil.
Participaram na celebração as
Irmãs de S. João Baptista e Maria Rainha de Gilé; as Irmãs Claretianas de
Muiane e numerosos fiéis das comunidades cristãs da Paróquia, além das autoridades
civis do Posto Administrativo de Moneia.
A comunidade está formada pelas seguintes
missionárias de origem brasileiro: Dudmila Rocha Dorella, responsável geral;
Ludmilla Guimarães Abreu; Maria Aparecida Fátima da Silveira; e Sara Alves dos
Santos.
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