02.02.17: Estruturação das Comissões no Seminário S. José.
04.02.17: Início do Ano de Pastoral em todas as Paróquias.
11.02.17: Encontro de D. Francisco com os formadores dos Seminários S Pio X, de Maputo, e S
. Agostinho, da Matola.
13.02.17: Reunião com os trabalhadores da Casa Diocesana.
.18.02.17: Abertura do Ano Académico na Extensão do Gurúè da UCM.
Celebração Eucarística na Catedral
Reunião do Corpo Docente do Seminário Diocesano Propedêutico de S. José.
19.02.17. Celebração da Eucaristia Dominical na Catedral presidida por D. Francisco.
20.02.17. Abertura do Ano Académico na Escola Secundário Madre Maria Clara, de Invinha.
22.02.17: Encontro de D. Francisco com os Seminaristas e Formadores do Seminário de S.
José.
24-25.17: Retiro mensal .
26.02.17: Tomada de posse do Pároco da Capelania de S. Isidoro Bakhanja, o Pe. Américo
António.
1
terça-feira, 21 de fevereiro de 2017
sábado, 18 de fevereiro de 2017
REFLEXÕES PARA O VII DOMINGO COMUM ANO "A"
7º Domingo do Tempo Comum A
A
liturgia do sétimo Domingo do Tempo Comum convida-nos à santidade, à
perfeição. Sugere que o “caminho cristão” é um caminho nunca acabado, que exige de cada homem ou mulher, em cada
dia, um compromisso sério e radical (feito de gestos concretos de amor e de
partilha) com a dinâmica do “Reino”. Somos, assim, convidados a percorrer o
nosso caminho de olhos postos nesse Deus santo que nos espera no final da
viagem.
A primeira leitura (Lv 19, 1-2.17-18 ), que nos é proposta apresenta um apelo veemente à santidade: viver na comunhão com o Deus santo, exige o ser santo. Na perspectiva do autor do nosso texto, a santidade passa também pelo amor ao próximo.
A primeira leitura (Lv 19, 1-2.17-18 ), que nos é proposta apresenta um apelo veemente à santidade: viver na comunhão com o Deus santo, exige o ser santo. Na perspectiva do autor do nosso texto, a santidade passa também pelo amor ao próximo.
• “Sede santos porque Eu, o vosso Deus, sou santo”.
a santidade é uma
exigência da comunhão com Deus. É o “estado normal” de quem se identifica com
Cristo, assume a sua filiação divina e pretende caminhar ao encontro da vida plena, do Homem Novo. A santidade é
algo que devo construir diariamente, minuto a minuto, com simplicidade e
naturalidade, na fidelidade aos meus compromissos como cristão.
• ser santo não significa viver de olhos
voltados para Deus esquecendo os homens; mas a santidade implica um real
compromisso com o mundo. Passa pela construção de uma vida de verdadeira
relação com os irmãos; e isso implica o banimento de qualquer tipo de
agressividade, de vingança, de rancor; implica uma preocupação real com a
felicidade e a realização do outro (“corrigirás o teu próximo”); implica amar o
outro como a si mesmo.
Na
segunda leitura (1 Cor 3, 16-23),Paulo convida os cristãos de Corinto –
e os cristãos de todos os tempos e lugares – a serem o lugar onde Deus reside e
Se revela aos homens. Para que isso aconteça, eles devem renunciar
definitivamente à “sabedoria do mundo” e devem optar pela “sabedoria de Deus”
(que é dom da vida, amor gratuito e total-
• Os cristãos são Templo de Deus, onde reside o
Espírito. Isso quer dizer, em concreto, que, animados pelo Espírito, eles têm
de ser o sinal vivo de Deus e as testemunhas da sua salvação diante dos homens
do nosso tempo. O testemunho que damos, pessoalmente, fala de um Deus cheio de
amor e de misericórdi? No nosso ambiente familiar, no nosso espaço de trabalho,
no nosso círculo de amigos, somos o rosto acolhedor e alegre de Deus, as mãos
fraternas de Deus, o coração bondoso e terno de Deus?
• A nossa comunidade paroquial é uma comunidade fraterna, solidária, e que dá
testemunho da “loucura da cruz” com gestos concretos de amor, de partilha, de
doação, de serviço, ou é uma comunidade fragmentada, dividida, cheia de
contradições, onde cada membro puxa para o seu lado, ao sabor dos interesses
pessoais?
• O que é que preside à minha vida: a
“sabedoria de Deus” que é amor e dom da vida, ou a “sabedoria do mundo”, que é
luta sem regras pelo poder, pela influência, pelo reconhecimento social, pelo
bem estar económico, pelos bens perecíveis e secundários?
No
Evangelho (Mt 5, 38-48), Jesus
continua a propor aos discípulos, de forma muito concreta, a sua Lei da
santidade . Hoje, Ele pede aos seus que aceitem inverter a lógica da violência
e do ódio, pois esse “caminho” só gera egoísmo, sofrimento e morte; e
pede-lhes, também, o amor que não marginaliza nem discrimina ninguém (nem mesmo
os inimigos). É nesse caminho de santidade que se constrói o “Reino”.
• Este Evangelho recorda-me que, ao aceitar o
desafio de viver em comunhão com Deus, eu sou chamado a dar testemunho da vida
de Deus diante de todos os meus irmãos e a ser um sinal vivo de Deus, do seu
amor, da sua perfeição, da sua santidade, no meio do mundo.
• A leitura que nos foi proposta : indica
uma atitude nova, que resulta de um compromisso interior com Deus
verdadeiramente assumido, e manifestado em atitudes concretas. Exige que Deus
encha o coração do crente e transborde em gestos de amor para com os irmãos. O
que é que define a minha atitude religiosa: o cumprimento dos ritos, a letra da
lei, ou a comunhão com Deus que enche o meu coração de vida nova e que depois
se expressa em atitudes de amor radical para com os irmãos?
• Jesus pede a superação de uma lógica de
vingança, de responder na mesma moeda, e o assumir uma atitude pacífica de não
resposta às provocações, que inverta a espiral de violência e que inaugure um
novo espírito nas relações entre os homens. Não é, no entanto, esta a lógica do
mundo, as nações em geral e as pessoas em particular recusam enveredar por uma
lógica de paz e respondem ao mal com um mal
ainda maior.
• Jesus pede, também, aos participantes do “Reino” o
amor a todos, inclusive aos inimigos, subvertendo completamente a lógica do
mundo. Como é que eu me situo face a isto? A minha atitude é a de quem não
exclui nem discrimina ninguém, mesmo aqueles de quem não gosto, mesmo aqueles
contra quem tenho razões de queixa, mesmo aqueles que não compreendo, mesmo
aqueles que assumem atitudes opostas.?Fonte: resume e adaptação de www.dehonianos.org
sábado, 4 de fevereiro de 2017
NOVA FASE NO PROCESSO DE PAZ
O Presidente da República, Filipe Nyusi, anunciou ontem (03.02.17)o início de uma nova fase do discurso político-militar entre o Governo e a Renamo. Nyusi, que falava esta sexta-feira nas cerimónias centrais do Dia dos Heróis, apelou a disponibilidade dos mediadores para a nova etapa com vista ao restabelecimento da paz
“Brevemente, deverá dar início uma outra etapa de diálogo, para qual gostaríamos de solicitar que se mantenham disponíveis, caso Moçambique assim considere necessário”, fez saber.
Nyusi aproveitou a ocasião para agradecer aos mediadores pelo contributo dado na busca da reconciliação entre o Governo e a Renamo.
“Enderecei cartas a todos os mediadores internacionais que têm participado no processo de diálogo. Exprimi a profunda gratidão dos moçambicanos pela contribuição valiosa por eles dada na busca da paz, o supremo interesse dos moçambicanos”, realçou Filipe Nyusi, tendo revelado, também, que continua a dialogar com Afonso Dhlakama.
“Caros compatriotas, tenho mantido uma interação cordial com o líder da Renamo, com vista a concretização de dois grupos especializados que irão, em separado, debruçar-se sobre os assuntos militares e da descentralização”.
O Presidente da República prometeu anunciar, em breve, o passo subsequente resultante dos consensos alcançados.
O Chefe do Estado relembrou que não existem fórmulas únicas para resolução de problemas, apelando às forças vivas da sociedade, para acarinhar e apoiar os esforços conjuntos.
segunda-feira, 30 de janeiro de 2017
TOMADAS DE POSSE NA RÁDIO DIOCESANA E NO SEMINÁRIO PROPEDÊUTICO S. JOSÉ
TOMADAS DE POSSE NA RÁDIO DIOCESANA E NO SEMINÁRIO PROPEDÊUTICO S.
JOSÉ
No Sábado, 28 de Janeiro do corrente ano, o Pe. Américo
António tomou posse como Reitor do Seminário Propedêutico Diocesano de Invinha,
durante a celebração da Eucaristia, presidida pelo Pe. Francisco Cunlela,
Vigário Geral da Diocese.
Participaram os alunos, os Formadores, os Professores,
as Irmãs Franciscanas Hospitaleiras da Imaculada Conceição e a comunidade da
Casa de Formação da Companhia Missionária de Invinha e mais outros
colaboradores na vida do Seminário.
No passado Domingo 29 de Janeiro, tomou posse da Direcção da
Rádio Diocesana de Gurúè e Vigário Paroquial da Capelania S. Kizito do Monte
Namuli, o Pe. Francisco Matias, do clero diocesano de Gurúè.
Presidiu a cerimónia,
celebrada na Paróquia de N. S. da Imaculada Conceição de Invinha, o Pe.
Francisco Cunlela, Vigário Geral da Diocese. O Pe. Francisco Matias colaborará
também com a Equipa de Formadores do Seminário Propedêutico S. José.
quarta-feira, 25 de janeiro de 2017
MAU TEMPO MATA QUATRO PESSOAS NA ZAMBÉZIA
a
Mau tempo mata quatro pessoas na Zambézia
Quarta, 25 Janeiro 2017 10:56 Jorge Marcos
Caos e luto são os efeitos causados pelas descargas atmosféricas que se fazem sentir na província da Zambézia.
Em 72 horas, houve registo de quatro mortos, nos distritos de Ile e Nicoadala. Trata-se de duas crianças, colhidas de surpresa quando se encontravam dentro da sua residência, e um casal que se encontrava na machamba a lavrar a terra.
E porque as vítimas foram colhidas de surpresa e em lugares inesperados, as autoridades da província da Zambézia mostram-se preocupadas com o fenómeno.
“É preocupante, por ser um fenómeno pelo qual não se pode esperar, muito menos prever. As circunstâncias nas quais o fenómeno acontece são ditadas pela própria natureza. A pessoa pode estar dentro de casa, na rua ou até mesmo no trabalho. O mais importante é tomar cuidado, porque os casos de morte por descargas atmosféricas estão a ser recorrentes”, advertiu Miguel Caetano, porta-voz da PRM na Zambézia.
Segundo Caetano, o que acontece é que as chuvas vêem acompanhadas de ventos e trovoadas, por isso, há registo de vítimas mortais de descargas atmosféricas, além de outros danos materiais não significativos causados pelo fenómeno.
Entretanto, as chuvas continuam a cair com alguma regularidade na província da Zambézia, por isso, a PRM apela à população a abandonar as zonas consideradas de risco, de forma a evitar prejuízos maiores, e manter-se em zonas seguras.
FONTE: Jorge Marcos, em "O Pais digital", 25.01.2017
REFLEXÃO PARA O IV DOMINGO DO TEMPO COMUM 29.01.2017
4º Domingo do Tempo
Comum
As leituras deste
domingo propõem-nos uma reflexão sobre o
“Reino” e a sua lógica. Mostram que o projecto de Deus – o projecto do
“Reino” – roda em sentido contrário à lógica do mundo… Nos
esquemas de Deus são os pobres, os humildes,
os que aceitaram despir-se do egoísmo, do orgulho, dos próprios interesses que
são verdadeiramente felizes. O “Reino” é para eles.
Na primeira leitura, (Sof 2, 3; 3, 12-13), o profeta Sofonias denuncia o orgulho e a auto-suficiência dos ricos e dos poderosos e convida o Povo de Deus a converter-se à pobreza. Os “pobres” são aqueles que se entregam nas mãos de Deus com humildade e confiança, que acolhem com amor as suas propostas e que são justos e solidários com os irmãos.
Na primeira leitura, (Sof 2, 3; 3, 12-13), o profeta Sofonias denuncia o orgulho e a auto-suficiência dos ricos e dos poderosos e convida o Povo de Deus a converter-se à pobreza. Os “pobres” são aqueles que se entregam nas mãos de Deus com humildade e confiança, que acolhem com amor as suas propostas e que são justos e solidários com os irmãos.
• Deus não pactua com os orgulhosos e prepotentes que
dominam o mundo e que pretendem moldar a história com a sua lógica. Deus não está onde se cultiva a violência e a
lei da força, nem apoia a política dos dominadores do mundo. Os valores de Deus
não se defendem com uma lógica de imposição, de violência, de apelo à força. Deus
nunca esteve desse lado e esses nunca foram os métodos de Deus.
• A lógica da nossa
sociedade exalta os que têm poder, os que triunfam por todos os meios, os
poderosos, os que vergam a história e os homens a golpes de poder, de esperteza
e de força… Hoje, como ontem, a sociedade exalta os que triunfam e marginaliza
e rejeita os pobres, os débeis, os simples, os pacíficos, os que não se fazem
ouvir nos areópagos do poder. Que podemos fazer para que o nosso mundo se
construa de acordo com os valores de Deus?
• O apelo à conversão
significa objectivamente a renúncia ao orgulho, à prepotência, ao egoísmo e um
regresso à comunhão com Deus e com os irmãos. Estamos dispostos, pessoalmente,
a este caminho de conversão?
Na
segunda leitura, (1 Cor 1, 26-31), Paulo denuncia a atitude daqueles que
colocam a sua esperança e a sua segurança em pessoas ou em esquemas humanos e que assumem atitudes de orgulho e de
auto-suficiência; e convida os
crentes a encontrar em Cristo crucificado
a verdadeira sabedoria que conduz à salvação e à vida plena.
• Os homens do nosso tempo (muitos) estão convencidos de que o
segredo da realização plena do homem está em factores humanos (preparação
intelectual, êxito profissional, reconhecimento social, bem-estar económico,
poder político, etc.); mas Paulo avisa que apostar tudo nesses elementos é
jogar no caminho errado”: o homem só encontra a realização plena, quando
descobre Cristo crucificado e aprende com Ele o amor total e o dom da vida.
• Paulo diz-nos que o
Deus em quem acreditamos não é o Deus que só escolhe os ricos, os poderosos, os
influentes para realizar a sua obra no mundo; mas que Deus que não faz acepção
de pessoas e que se serve da fraqueza, da fragilidade, da finitude para levar
avante o seu projecto de salvação e libertação.
• Trata-se de revelar
o verdadeiro rosto de Deus que Se solidariza com os pobres, com os humilhados,
com os ofendidos, com os explorados de todos os tempos e a todos oferece, sem
distinção, a salvação.
O
Evangelho (Mt 5,1-12), apresenta a magna carta do
“Reino”. Proclama “bem-aventurados” os pobres, os mansos, os que choram, os que
procuram cumprir fielmente a vontade de Deus, porque já vivem na lógica do
“Reino”; e recomenda aos crentes a misericórdia, a sinceridade de coração, a
luta pela paz, a perseverança diante das perseguições: essas são as atitudes
que correspondem ao compromisso pelo “Reino”.
.• Jesus diz: “felizes
os pobres em espírito”; o mundo diz: “felizes vós os que tendes dinheiro –
muito dinheiro – e sabeis usá-lo para comprar influências, comodidade, poder,
segurança, bem-estar, pois é o dinheiro que faz andar o mundo e nos torna mais
poderosos, mais livres e mais felizes”. Quem é, realmente, feliz?
• Jesus diz: “felizes
os mansos”; o mundo diz: “felizes vós os que respondeis na mesma moeda quando
vos provocam, que respondeis à violência com uma violência ainda maior, pois só
a linguagem da força é eficaz para lidar com a violência e a injustiça”.
• Jesus diz: “felizes
os que choram”; o mundo diz: “felizes vós os que não tendes motivos para
chorar, porque a vossa vida é sempre uma festa, porque vos moveis nas altas
esferas da sociedade e tendes tudo para serdes felizes.
• Jesus diz: “felizes os que têm ânsia de
cumprir a vontade de Deus”; o mundo diz: “felizes vós os que não dependeis de
preconceitos ultrapassados e não acreditais num deus que vos diz o que deveis e
não deveis fazer, porque assim sois mais livres”.
• Jesus diz: “felizes
os que tratam os outros com misericórdia”; o mundo diz: “felizes vós quando
desempenhais o vosso papel sem vos deixardes comover pela miséria e pelo
sofrimento dos outros, pois quem se comove e tem misericórdia acabará por nunca
ser eficaz neste mundo tão competitivo”.
• Jesus diz: “felizes
os sinceros de coração”; o mundo diz: “felizes vós quando sabeis mentir e
fingir para levar a água ao vosso moinho, pois a verdade e a sinceridade
destroem muitas carreiras e esperanças de sucesso”.
• Jesus diz: “felizes os que procuram
construir a paz entre os homens”; o mundo diz: “felizes vós os que não tendes
medo da guerra, da competição, que sois duros e insensíveis, que não tendes
medo de lutar contra os outros e sois capazes de os vencer, pois só assim
podereis ser homens e mulheres de sucesso”.
• Jesus diz: “felizes
os que são perseguidos por cumprirem a vontade de Deus”; o mundo diz: “felizes
vós os que já entendestes como é mais seguro e mais fácil fazer o jogo dos
poderosos e estar sempre de acordo com eles, pois só assim podeis subir na vida
e ter êxito.
FONTE: Adaptação da Liturgia dominical: www.dehonianos.org
FONTE: Adaptação da Liturgia dominical: www.dehonianos.org
domingo, 22 de janeiro de 2017
REFUGIADOS MOÇAMBICANOS NO ZIMBABWE
.
Refugiados famintos
De acordo com a VOA, milhares de moçambicanos, que se refugiaram no Zimbabwe, têm enfrentando fome severa e não têm nenhuma ajuda alimentar no campo de concentração em Chipingue, junto à fronteira com o distrito de Mossurize, em Manica, onde no ano transacto registaram-se “violentos confrontos entre as forças governamentais e o braço armado da Renamo.”
Recentemente, diz a VOA, a imprensa zimbabweana reportou que mais de três mil moçambicanos refugiados em acampamentos improvisados no distrito de Chipinge, no sudeste do Zimbabwe, estavam a enfrentar fome severa.
De acordo com o jornal Manica Post, as condições de sobrevivência dos moçambicanos são muitas vezes sombrias, com a falta de água e alimentos num acampamento em Mutoki Village, que igualmente não tem banheiros.
O número de refugiados para o Zimbabwe começou a acentuar-se em Agosto passado, quando já eram contabilizados no acampamento 712 moçambicanos.
As últimas doações de alimentos “aconteceram em Junho do ano passado”, refere a fonte
FONTE: O Pais digital, 19.01.2017
Subscrever:
Mensagens (Atom)