domingo, 28 de agosto de 2016

ACTIVIDADES DE FIM DE SEMANA


XXII DOMINGO COMUM C

22º Domingo do Tempo Comum

A liturgia deste domingo propõe-nos uma reflexão sobre alguns valores que acompanham o desafio do “Reino”: a humildade, a gratuidade, o amor desinteressado.
O Evangelho coloca-nos no ambiente de um banquete em casa de um fariseu. O enquadramento é o pretexto para Jesus falar do “banquete do Reino”. A todos os que quiserem participar desse “banquete”, Ele recomenda a humildade; ao mesmo tempo, denuncia a atitude daqueles que conduzem as suas vidas numa lógica de ambição, de luta pelo poder e pelo reconhecimento, de superioridade em relação aos outros… Jesus sugere, também, que para o “banquete do Reino” todos os homens são convidados; e que a gratuidade e o amor desinteressado devem caracterizar as relações estabelecidas entre todos os participantes do “banquete”.
Na primeira leitura, um sábio dos inícios do séc. II a.C. aconselha a humildade como caminho para ser agradável a Deus e aos homens, para ter êxito e ser feliz. É a reiteração da mensagem fundamental que a Palavra de Deus hoje nos apresenta.
A segunda leitura convida os crentes instalados numa fé cómoda e sem grandes exigências, a redescobrir a novidade e a exigência do cristianismo; insiste em que o encontro com Deus é uma experiência de comunhão, de proximidade, de amor, de intimidade, que dá sentido à caminhada do cristão.

Aparentemente, esta questão não tem muito a ver com o tema principal da liturgia deste domingo; no entanto, podemos ligar a reflexão desta leitura com o tema central da liturgia de hoje – a humildade, a gratuidade, o amor desinteressado – através do tema da exigência: a vida cristã – essa vida que brota do encontro com o amor de Deus – é uma vida que exige de nós determinados valores e atitudes, entre os quais avultam a humildade, a simplicidade, o amor que se faz dom.

 Sir 3,19-21.30-31

¨ Ser humilde significa assumir com simplicidade o nosso lugar, pôr a render os nossos talentos, mas sem nunca humilhar os outros ou esmagá-los com a nossa superioridade. Significa pôr os próprios dons ao serviço de todos, com simplicidade e com amor. Quando somos capazes de assumir, com simplicidade e desprendimento, o nosso papel, todos reconhecem o nosso contributo, aceitam-nos, talvez nos admirem e nos amem… É aí que está a “sabedoria”, quer dizer, o segredo do êxito e da felicidade.

¨ Ser soberbo significa que “a árvore da maldade criou raízes” no homem. O homem que se deixa dominar pelo orgulho torna-se egoísta, injusto, auto-suficiente e despreza os outros. Deixa de precisar de Deus e dos outros homens; olha todos com superioridade e pratica, com frequência, gestos de prepotência que o tornam temido, mas nunca admirado ou amado. Vive à parte, num egoísmo vazio e estéril. Embora seja conhecido e apareça nas colunas sociais, está condenado ao fracasso. É o “anti-sábio”.

¨ É preciso que os dons que possuímos não nos subam à cabeça, não nos levem a poses ridículas de orgulho, de superioridade, de desprezo pelos nossos irmãos. É preciso reconhecer, com simplicidade, que tudo o que somos e temos é um dom de Deus e que as nossas qualidades não dependem dos nossos méritos, mas do amor de Deus.

Heb 12,18-19.22-24a

 Lc 14,1.7-14

¨ Na nossa sociedade, agressiva e competitiva, o valor da pessoa mede-se pela sua capacidade de se impor, de ter êxito, de triunfar, de ser o melhor… Quem tem valor é quem consegue ser presidente do conselho de administração da empresa aos trinta e cinco anos, ou o empregado com mais índices de venda, ou o condutor que, na estrada, põe em risco a sua vida, mas chega uns segundos à frente dos outros… Todos os outros são vencidos, incapazes, fracos, olhados com comiseração. Vale a pena gastar a vida assim? Estes podem ser os objectivos supremos, que dão sentido verdadeiro à vida do homem?

¨ A Igreja, fruto do “Reino”, deve ser essa comunidade onde se torna realidade a lógica do “Reino” e onde se cultivam a humildade, a simplicidade, o amor gratuito e desinteressado. É-o, de facto?

¨ Assistimos, por vezes, a uma corrida desenfreada na comunidade cristã pelos primeiros lugares. É uma luta – para alguns de vida ou de morte – em que se recorre a todos os meios: a intriga, a exibição, a defesa feroz do lugar conquistado, a humilhação de quem faz sombra ou incomoda… Para Jesus, as coisas são bastante claras: esta lógica não tem nada a ver com a lógica do “Reino”; quem prefere esquemas de superioridade, de prepotência, de humilhação dos outros, de ambição, de orgulho, está a impedir a chegada do “Reino”. Atenção: isto talvez não se aplique só àquela pessoa da nossa comunidade que detestamos e cujo nome nos apetece dizer sempre que ouvimos falar em gente que só gosta de mandar e se considera superior aos outros; isto talvez se aplique também em maior ou menor grau, a mim próprio.

¨ Também há, na comunidade cristã, pessoas cuja ambição se sobrepõe à vontade de servir… Aquilo que os motiva e estimula são os títulos honoríficos, as honras, as homenagens, os lugares privilegiados, as “púrpuras”, e não o serviço humilde e o amor desinteressado. Esta será uma atitude consentânea com a pertença ao “Reino”?

¨ Fica claro, na catequese que Lucas hoje nos propõe, que o tipo de relações que unem os membros da comunidade de Jesus não se baseia em “critérios comerciais” (interesses, negociatas, intercâmbio de favores), mas sim no amor gratuito e desinteressado. Só dessa forma todos – inclusive os pobres, os humildes, aqueles que não têm poder nem dinheiro para retribuir os favores – aí terão lugar, numa verdadeira comunidade de amor e de fraternidade.

¨ Os cegos e coxos representam, no Evangelho que hoje nos é proposto, todos aqueles que a religião oficial excluía da comunidade da salvação; apesar disso, Jesus diz que esses devem ser os primeiros convidados do “banquete do Reino”. Como é que os pecadores notórios, os marginais, os divorciados, os homossexuais, as prostitutas são acolhidos na Igreja de Jesus?



XXII DOMINGO COMUM C
22º Domingo do Tempo Comum
A liturgia deste domingo propõe-nos uma reflexão sobre alguns valores que acompanham o desafio do “Reino”: a humildade, a gratuidade, o amor desinteressado.
O Evangelho coloca-nos no ambiente de um banquete em casa de um fariseu. O enquadramento é o pretexto para Jesus falar do “banquete do Reino”. A todos os que quiserem participar desse “banquete”, Ele recomenda a humildade; ao mesmo tempo, denuncia a atitude daqueles que conduzem as suas vidas numa lógica de ambição, de luta pelo poder e pelo reconhecimento, de superioridade em relação aos outros… Jesus sugere, também, que para o “banquete do Reino” todos os homens são convidados; e que a gratuidade e o amor desinteressado devem caracterizar as relações estabelecidas entre todos os participantes do “banquete”.
Na primeira leitura, um sábio dos inícios do séc. II a.C. aconselha a humildade como caminho para ser agradável a Deus e aos homens, para ter êxito e ser feliz. É a reiteração da mensagem fundamental que a Palavra de Deus hoje nos apresenta.
A segunda leitura convida os crentes instalados numa fé cómoda e sem grandes exigências, a redescobrir a novidade e a exigência do cristianismo; insiste em que o encontro com Deus é uma experiência de comunhão, de proximidade, de amor, de intimidade, que dá sentido à caminhada do cristão.
Aparentemente, esta questão não tem muito a ver com o tema principal da liturgia deste domingo; no entanto, podemos ligar a reflexão desta leitura com o tema central da liturgia de hoje – a humildade, a gratuidade, o amor desinteressado – através do tema da exigência: a vida cristã – essa vida que brota do encontro com o amor de Deus – é uma vida que exige de nós determinados valores e atitudes, entre os quais avultam a humildade, a simplicidade, o amor que se faz dom.
 Sir 3,19-21.30-31
¨ Ser humilde significa assumir com simplicidade o nosso lugar, pôr a render os nossos talentos, mas sem nunca humilhar os outros ou esmagá-los com a nossa superioridade. Significa pôr os próprios dons ao serviço de todos, com simplicidade e com amor. Quando somos capazes de assumir, com simplicidade e desprendimento, o nosso papel, todos reconhecem o nosso contributo, aceitam-nos, talvez nos admirem e nos amem… É aí que está a “sabedoria”, quer dizer, o segredo do êxito e da felicidade.
¨ Ser soberbo significa que “a árvore da maldade criou raízes” no homem. O homem que se deixa dominar pelo orgulho torna-se egoísta, injusto, auto-suficiente e despreza os outros. Deixa de precisar de Deus e dos outros homens; olha todos com superioridade e pratica, com frequência, gestos de prepotência que o tornam temido, mas nunca admirado ou amado. Vive à parte, num egoísmo vazio e estéril. Embora seja conhecido e apareça nas colunas sociais, está condenado ao fracasso. É o “anti-sábio”.
¨ É preciso que os dons que possuímos não nos subam à cabeça, não nos levem a poses ridículas de orgulho, de superioridade, de desprezo pelos nossos irmãos. É preciso reconhecer, com simplicidade, que tudo o que somos e temos é um dom de Deus e que as nossas qualidades não dependem dos nossos méritos, mas do amor de Deus.
Heb 12,18-19.22-24a
 Lc 14,1.7-14
¨ Na nossa sociedade, agressiva e competitiva, o valor da pessoa mede-se pela sua capacidade de se impor, de ter êxito, de triunfar, de ser o melhor… Quem tem valor é quem consegue ser presidente do conselho de administração da empresa aos trinta e cinco anos, ou o empregado com mais índices de venda, ou o condutor que, na estrada, põe em risco a sua vida, mas chega uns segundos à frente dos outros… Todos os outros são vencidos, incapazes, fracos, olhados com comiseração. Vale a pena gastar a vida assim? Estes podem ser os objectivos supremos, que dão sentido verdadeiro à vida do homem?
¨ A Igreja, fruto do “Reino”, deve ser essa comunidade onde se torna realidade a lógica do “Reino” e onde se cultivam a humildade, a simplicidade, o amor gratuito e desinteressado. É-o, de facto?
¨ Assistimos, por vezes, a uma corrida desenfreada na comunidade cristã pelos primeiros lugares. É uma luta – para alguns de vida ou de morte – em que se recorre a todos os meios: a intriga, a exibição, a defesa feroz do lugar conquistado, a humilhação de quem faz sombra ou incomoda… Para Jesus, as coisas são bastante claras: esta lógica não tem nada a ver com a lógica do “Reino”; quem prefere esquemas de superioridade, de prepotência, de humilhação dos outros, de ambição, de orgulho, está a impedir a chegada do “Reino”. Atenção: isto talvez não se aplique só àquela pessoa da nossa comunidade que detestamos e cujo nome nos apetece dizer sempre que ouvimos falar em gente que só gosta de mandar e se considera superior aos outros; isto talvez se aplique também em maior ou menor grau, a mim próprio.
¨ Também há, na comunidade cristã, pessoas cuja ambição se sobrepõe à vontade de servir… Aquilo que os motiva e estimula são os títulos honoríficos, as honras, as homenagens, os lugares privilegiados, as “púrpuras”, e não o serviço humilde e o amor desinteressado. Esta será uma atitude consentânea com a pertença ao “Reino”?
¨ Fica claro, na catequese que Lucas hoje nos propõe, que o tipo de relações que unem os membros da comunidade de Jesus não se baseia em “critérios comerciais” (interesses, negociatas, intercâmbio de favores), mas sim no amor gratuito e desinteressado. Só dessa forma todos – inclusive os pobres, os humildes, aqueles que não têm poder nem dinheiro para retribuir os favores – aí terão lugar, numa verdadeira comunidade de amor e de fraternidade.
¨ Os cegos e coxos representam, no Evangelho que hoje nos é proposto, todos aqueles que a religião oficial excluía da comunidade da salvação; apesar disso, Jesus diz que esses devem ser os primeiros convidados do “banquete do Reino”. Como é que os pecadores notórios, os marginais, os divorciados, os homossexuais, as prostitutas são acolhidos na Igreja de Jesus?
 
ACTIVIDADES DICOESANAS DE FIM DE SEMANA
Apresentamos aos nossos amigos as actividades diocesanas deste fim de semana.
1. Curso de Formação Litúrgica para os animadores das comunidades da Região Norte.
Lugar: Casa Diocesana de Gurúè.
Orientador: Pe. Agostinho Vasconcelos, Director do Secretariado Diocesano de Coordenação Pastoral e Equipa Diocesana de Liturgia.
2. Encerramento do Retiro das Irmãs Missionárias Capuchinhas a nível das Dioceses de Nampula, Lichinga e Gurúè.
Lugar: Casa Diocesana de Gurúè.
Orientador: Frei Agostinho, da Fraternidade Capuchinha de Quelimane.
3. Curso Diocesano de Formação de Junioras.
Organizado pela Conferência Institutos Religiosos de Moçambique (CIRMO). Diocessna.
Lugar: Casa Diocesana de Gurúè.
Orientador: Pe. Sandro Capoferri, SCJ, de Alto Molocué.
Participantes: Religiosas juniores das Congregações: Missionárias Mercedárias; Instituto Jesus Maria José; Servas de N. S. do Cenáculo; Filhas de N. S. da Visitação; Filhas de N. S. das Vitórias,



domingo, 21 de agosto de 2016

ORDENAÇÃO SACERDOTAL DE JOÃO TÁRUA E PEREGRINAÇÃO MARIANA DIOCESANA


ORDENAÇÃO SACERDOTAL E PEREGRINAÇÃO MARIANA

Este fim-de-semana, 20 e 21 de Agosto do corrente ano, a Diocese de Gurúè viveu dois acontecimentos eclesiais de máxima importância para vida desta jovem Diocese.

2ª PEREGRINAÇÃO MARIANA DIOCESANA  DE 2.016

Em primeiro lugar, foi a peregrinação diocesana ao Santuário de N. S. Rainha do Mundo, Malua, na Alta Zambézia. Desde as primeiras horas da tarde do Sábado, 20 de Agosto de 2016 milhares de peregrinos –uns cinco mil aproximadamente- concentraram-se na esplanada do cruzamento da Estrada Nacional Nº 1 coma Estrada que vai a Gilé. Dai partiu a procissão com a imagem de Nossa Senhora até ao Santuário de Malua, uma distância de 2,500 quilómetros, que os peregrinos percorreram em duas horas rezando e cantando os louvores de Maria, Rainha do Mundo e da Paz.

As motivações desta peregrinação mariana foram três: 1. Orar pela Paz em Moçambique e nos países hoje em guerra, pedindo a reconciliação entre os filhos da mesma terra; 2º Celebrar de uma maneira mais significativa o Ano Jubilar da Misericórdia: o nosso empenho em sermos misericordiosos como Deus, nosso Pai, é misericordioso; 3º Rezar, como os Apóstolos, com Maria no Cenáculo, na espera do Espirito Santo, pela ordenação sacerdotal do diácono João Tarua, que teria lugar no dia seguinte.

Às 18.30H. D. Francisco Lerma, Bispo da Diocese presidiu à Eucaristia dos Peregrinos, concelebrada por um vintena de sacerdotes da Diocese, diocesanos e religiosos, e por alguns sacerdotes de Nampula e de Quelimane. Na homilia D. Francisco frisou as intenções da Peregrinação à luz do Mistério de Maria, Mãe e Rainha do Mundo e da Paz.

A seguir à celebração da Eucaristia começou a adoração nocturno ao santíssimo Sacramento, por grupos de paróquias que durou até á madrugada do seguinte, Domingo 21 de Agosto.

ORDENAÇÃO SACERDOTAL DO DIÁCONO JOÃO TARUA

Concluída a Adoração ao Santíssimo l encerou-se a peregrinação mariana.

Por volta das 8.00H do Domingo, 21 de Agosto, do corrente ano, no memso lugar da peregrinação, o Santuário de N. S. Rainha do Mundo, Malua, Alto Molócue, deu início a solene ceebração da Eucaristia também presidida pelo Bispo diocesano durante a qual foi ordenado sacerdote o diácono JOÃO TÁRUA, do clero diocesano de Gurúè.

JOÃO ERNESTO TÁRUA, filho de Ernesto Tarua e de Maria Machado, natural de Alto Molócue, nascido aos 25 de Abril de 1981, baptizado na Paróquia do Sagrado Coração de Jesus de Nauela, Diocese de Gurúè e Província da Zambézia, crismado na Paróquia de N. S. do Livramento de Quelimane.

Fez o Ensino Primário de 1989 a 1998 na Escola Primária de Mucorro, Alto Molócuè e na Escola Primaria do Segundo Grau de Rababue.

Fez o Ensino Secundário de 1999 a 2002 na Escola Secundária Geral do Alto Molócuê.

Fez três anos de Formação vocacional.

Fez o Ensino Propedêutico no Seminário Santo Agostinho de Quelimane de 2003 a 2007. A partir de 2005 a 2007 interrompeu os estudos e foi cumprir o Serviço Militar Obrigatório (SMO) durante dois anos em Maputo. Cumprido o SMO, ingressou novamente no Seminário Propedêutico de Santo Agostinho de Quelimane para fazer o 3º Ano.

Fez os estudos da Filosofia no Seminário Interdiocesano Filosófico de Santo Agostinho da Matola de 2008 a 2010.

Fez os estudos da Teologia no Seminário Interdiocesano de São Pio X de Maputo, de 2011 a 2014.

Fez o estágio pastoral e diaconal na Paróquia de S. Paulo Apóstolo de Naburi, no Distrito de Pebane.

É membro do clero diocesano e Gurúè.

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

VISITA PASTORAL Á PARÓQUIA N. S. RAINHA DO MUNDO. MALUA. ALTO MOLÓCUÈ. (6º)


VISITA PASTORAL A MALUA (6º)                                                          

18.08.2016. QUINTA FEIRA

Os fiéis reuniram-se na Comunidade e Zona de Nivava na área da Localidade de Nivava.

Nesta localidade os Irmãos Maristas têm uma Escola Secundária (até à 10ª Classe) e um Centro de Saúde. Também nesta localidade, nas proximidades do Monte Rurupi, há um mosteiro da Associação de vida monástica “Pequena Família da Ressurreição”, da Diocese de Módena, na Itália.

Estiveram presentes os cristãos das seguintes Zonas Pastorais:

Zona Pastoral de Nivava.

Comunidades:

Imaculada Conceição de Nivava; S. Carlos Lwanga de Mukirima; S. Marcelino de Marcelino (Irmãos Maristas); N. S. do Rosário de Nlukutxe; Exaltação da Santa Cruz de Muereria; Santa Isabel de Naverekune;

Núcleos  (Centros de Catequese):

 S. Carlos Lwanga de Nassima e S. Paulo de Nameko.

Zona Pastoral de Ntama

Comunidades:

S. Tiago de Ntama; S. Carlos Lwanga de Nimala; S. Gabriel de Ekutuxa, S. Pedro de

Wepa e Napiri.

Os que receberam o Sacramento da Confirmação foram 82 cristãos.

19.08.2016.  SEXTA FEIRA

Hoje os fiéis concentraram-se na Sede da Paróquia, comunidade de Malua.

 As Irmãs Servas de N. S. do Cenáculo tem uma comunidade na sede paroquial.

Participaram as Comunidades das Zonas Pastorais de Enatxope e Namikopo.

Zona Pastoral Enatxope.

Comunidades:

Santa Maria de Malua; S. Paulo de Namireka; S. Bonifácio de Natxove; Namikai; S. João de Deus da Cafaria; S. José de Mirole; S. Bartolomeu de  Iwale.

Zona Pastoral Namikopo

Comunidades:

S. Pedro Claver de Namikopo; S. Pedro de Mulitxasi; S. José de Namihove; N. S. da Consolata de Rurupi; S, Miguel de Naiale.

Receberam o Sacramento da Confirmação 72 candidatos.

A Catequese do Pe. Francisco Cunlela  teve como tema central as vocações. D. Francisco falou sobre a família como a machamba onde se cultivam as vocações, família cristã, como berço das vocações, primeiro seminário e primeira casa de formação.

A Irmã Clara Macuacua, das Servas de N. S. do Cenáculo, apresentou o carisma da sua Congregação e deu o se testemunho pessoal.

quarta-feira, 17 de agosto de 2016


VISITA PASTORAL A MALUA (4º e 5º)
16.08.2016. TERÇA FEIRA.
Hoje D. Francisco visitou a  comunidade de vida monástica Associação “Pequena Família da Ressurreição, no Monte Rurupi, a uns 15 kms aproximadamente da Sede de Alto Molócuè. Esta comunidade tem origem na Diocese italiana de Módena. Está formada actualmente pelo Pe. André, elo Irmão Tomé e um jovem professo temporâneo moçambicano.
À tarde celebrou a Eucaristia na Comunidade religiosa das Irmãs Sevas de N. S. do Cenáculo, fundadas na Diocese de Xai-Xai e recentemente presentes na sede desta Paróquia de Malua.
17.08.2016. QUARTA FEIRA.
A Concentração dos fiéis hoje foi na Comunidade de Massile, Centro e Zona Pastoral de Massile, localidade de Chapala. Estiveram presentes quatro Zonas Pastorais.
ZONA PASTORAL  MASSILE.
Comunidades: Cristo Rei de Massile; Ascensão do Senhor de Nakuto; Bom Pastor de Mirikui; S. José de Nanikuta; S. Pedro de Namalohia; e S. Maria de Elokwe.
ZONA PASTORAL  MUNAVILIWA.
Comunidades: S. Carlos Lwanga de Munaviliwa; S. Tiago de Malamatxe; S. José de Massiani; S. Estêvão de Kweré; S. Paulo de Malanripa.
ZONA PASTORAL MOROKOLA
Comunidades: S. Tiago de Morokola; Santa Cruz de Muthua; S. Miguel de Muthakusi; Marokani; e S. João Baptista de Nakokola.
ZONA PASTORAL DE NATOTO
Comunidades: S. Pedro de Natoto; S. António de Nanuane; N. S. de Fátima de Ilulu; Santa Cruz de Mavalane; N. S. de Lurdes de Nahele; Santa Maria; S. Josefina Bakhita de Munyatxo.
Os confirmados hoje foram 162.    
A catequese do Bispo como a do Vigário Geral hoje  foram sobre a unidade e comunhão da comunidade cristã.

VISITA PASTORAL A MALUA (4º e 5º)
16.08.2016. TERÇA FEIRA.
Hoje D. Francisco visitou a  comunidade de vida monástica Associação “Pequena Família da Ressurreição, no Monte Rurupi, a uns 15 kms aproximadamente da Sede de Alto Molócuè. Esta comunidade tem origem na Diocese italiana de Módena. Está formada actualmente pelo Pe. André, elo Irmão Tomé e um jovem professo temporâneo moçambicano.
À tarde celebrou a Eucaristia na Comunidade religiosa das Irmãs Sevas de N. S. do Cenáculo, fundadas na Diocese de Xai-Xai e recentemente presentes na sede desta Paróquia de Malua.
17.08.2016. QUARTA FEIRA.
A Concentração dos fiéis hoje foi na Comunidade de Massile, Centro e Zona Pastoral de Massile, localidade de Chapala. Estiveram presentes quatro Zonas Pastorais.
ZONA PASTORAL  MASSILE.
Comunidades: Cristo Rei de Massile; Ascensão do Senhor de Nakuto; Bom Pastor de Mirikui; S. José de Nanikuta; S. Pedro de Namalohia; e S. Maria de Elokwe.
ZONA PASTORAL  MUNAVILIWA.
Comunidades: S. Carlos Lwanga de Munaviliwa; S. Tago de Malamatxe; S. José de Massiani; S. Estêvão de Kweré; S. Paulo de Malanripa.
ZONA PASTORAL MOROKOLA
Comunidades: S. Tiago de Morokola; Santa Cruz de Muthua; S. Miguel de Muthakusi; Marokani; e S. João Baptista de Nakokola.
ZONA PASTORAL DE NATOTO
Comunidades: S. Pedro de Natoto; S. António de Nanuane; N. S. de Fátima de Ilulu; Santa Cruz de Mavalane; N. S. de Lurdes de Nahele; Santa Maria; S. Josefina Bakhita de Munyatxo.
Os confirmados hoje foram 162.    
A catequese do Bispo como a do Vigário Geral hoje  foram sobre a unidade e comunhão da comunidade cristã.

VISITA PASTORAL Á PARÓQUIA N. S. RAINHA DO MUNDO. MALUA. ALTO MOLÓCUE (3º)


 

VISITA PASTORAL Á PARÓQUIA N. S. RAINHA DO MUNDO  2016 (3º).

Hoje a concentração dos cristãos e catecúmenos foi na Comunidade de Mahulini, na área da localidade de Nivava.

ZONA PASTORAL DE MAHULINI.

Comunidades:  S. Pedro de Mahulini com o Núcleo de Kuape; S. Tiago de Nevelela; S. Paulo de Mwalamuhara; Mihekane;  e S. Agostinho de Epata.

Os crismados foram 54.

Na catequese, o Pe. Cunlela, Vigário Geral da Diocese, falo sobre as exigências da vida cristã. Perguntou á assembleia: “O que significa ser cristão?”. A seguir foi apresentando os Mandamentos da Lei de Deus, como o caminho de um cristão.

O Bispo, na sua catequese, falou sobre os alicerces de uma comunidade cristã: a catequese, a celebrações litúrgicas (os sacramentos, a celebração dominical, a vida de oração, os funerais) e a vida de amor fraterno). Também se referiu à responsabilidade e a unidade que deve existir entre os  membros da comunidade e o animadores dos vários ministérios e serviços comunitários.

No regresso á Sede da Paróquia, D. Francisco, acompanhado pelos Padres Francisco Cunlela, Vigário Geral, e Damião Chicote, pároco e pelas Imãs Sevas de N. S. do Cenáculo, visitaram a comunidades dos Irmãos Maristas que celebram hoje a sua Padroeira, a Assunção de N. Senhora, e o Irmão António Reis, membro desta comunidade Marista, que celebra também hoje o seu 50º de Profissão Religiosa.

domingo, 14 de agosto de 2016

VISITA PASTORAL Á PARÓQUIA N. S. RAINHA DO MUNDO. MALUA. ALTO MOLÓCUÈ (2º)


VISITA PASTORAL Á PARÓQUIA N. S. RAINHA DO MUNDO. MALUA. ALTO MOLÓCUÈ. (2º)

14.08.2016. Domingo. Em Moçambiqu, Solenidade da Assunção de N. S. Senhora.

 Hoje a concentração dos fiéis foi na comunidade de Mwakurare que  administrativamente pertence à Localidade de CHAPALA; pastoralmente forma parte do Centro de CHAPALA e da Zona  Pastoral de Mwakurare.

Reuniram 18  comunidades das Zonas Pastorais de MWAKURARE, RETXUA, E MURRALEL, que, junto às Zonas de  CHAPALA, OPOALO, NAKUKU, AKUATXERO E NAHORA, visitadas ontem, formam o Centro Pastoral de CHAPALA.

ZONA PASTORAL DE MUAKURRARE.

 Comunidades: S. Atanásio de Muakurrare; S. Paulo de Chiluni; Santa Maria Madalena de Nassiriri;  S. Tiago de Namakotxo; S. Carlos Lwanga de Nahopa;  S. Mateus de Malaiaka; S. Paulo de Puri; Santa Teresa de Mutuassi; e  Murupa.

ZONA PASTORAL DE RETXUA.

Comunidades:  N. S. Rainha ds Apóstolos de Retxua; S. Pedro de Muhukuri; S. Mateus de Nyakela; S. António de Napiko; S. Rafael de Karanja.

ZONA PASTORAL DE MURRALELO.

Comunidades: N. S. do Rosário de Murralelo; Cristo Rei de Sena;  S. Pedro (S. José?) de Ririka;S. Paulo de Nakarene; e Santa Isabel de Natxaka.

Os crismados foram 101

As Igreja evangélicas presentes nestas Zonas Pastorais são: União Baptista; Assembleia de Deus; Igreja de Cristo em Moçambique;  Igreja Evangélica de Cristo; Testemunhas de Jeová; Igreja do Nazareno; e Igreja Missão Baptista.

Existe também uma Mesquita.